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Ouro de Lucas Pinheiro faz história na América Latina e no hemisfério sul

Lucas Pinheiro faz história ao vencer o slalom gigante, levando ouro para o Brasil e abrindo caminho para a América Latina e o hemisfério sul

Da esquerda para a direita, Marco Odermatt (prata), Lucas Pinheiro Braathen (ouro) e Loic Meillard (bronze) celebram no pódio do slalom gigante masculino em 2026. (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)
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  • Lucas Pinheiro Braathen conquistou a medalha de ouro no slalom gigante masculino, no Games Olímpicos de inverno de 2026.
  • A vitória representa um marco histórico para o Brasil e para a América Latina, que nunca haviam topado o pódio em uma competição de inverno.
  • O Brasil passa a ser o terceiro país do hemisfério sul a vencer uma medalha em Olimpíadas de Inverno, antes capitaneado pela Austrália.
  • Até então, oito países já tinham medalhas no slalom gigante; com o feito brasileiro, o país se junta a Áustria, Suíça, Itália, França, Noruega, Estados Unidos, Suécia e Alemanha.
  • Desempenho de Lucas: liderança na primeira descida com 1min13s92c e tempo final de 1min11s8c, em pista com neve intensa e irregularidades.

Lucas Pinheiro Braathen garantiu ouro no slalom gigante masculino, nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026. A prova ocorreu nesta edição, na neve e frio intensos, com o brasileiro superando adversários de nações tradicionais no esporte. O feito ocorreu em um contexto de alto nível técnico e disciplina.

A vitória acontece após anos de dedicação do atleta e de equipes técnicas brasileiras. Pinheiro assumiu a liderança já na primeira descida, registrando 1min13s92, e manteve o ritmo diante dos favoritos, completando a segunda volta em 1min11s8. A disputa ocorreu em um cenário de pista marcada pela neve irregular.

O resultado projeta o Brasil entre as oito nações que já conquistaram medalhas no slalom gigante. Até então, a lista era dominada por países europeus e norte-americanos. Com o ouro de Pinheiro, o Brasil passa a figurar entre os poucos países do hemisfério sul campeões olímpicos na neve.

A conquista representa um marco para o esporte brasileiro e para a América Latina, que nunca haviam alcançado o topo do pódio em uma competição de inverno. O feito amplia o número de medalhas de países do sul neste tipo de evento, elevando a relevância do esqui alpino no continente.

Aos 26 anos, Pinheiro Braathen entra para a história ao vencer em uma modalidade tradicionalmente dominada por seleções do hemisfério norte. A performance demonstra a capacidade brasileira de competir em condições de neve, abrindo espaço para novos atletas sul-americanos no esporte.

A cobertura aponta que a vitória é fruto de uma trajetória marcada por treino intenso e superação de barreiras geográficas. A comissão técnica confirmou foco em preparação física, tática de prova e adaptação a pistas com neve desafiadora.

Para o desfecho da participação brasileira, está prevista a mais recente etapa da competição, com o objetivo de consolidar o desempenho e confirmar o impacto histórico do feito na visão do esporte nacional e sul-americano.

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