- No Rio Open, cerca de cem raquetes são encordoadas nos dias de maior movimento, segundo a equipe de encordoadores.
- A profissional Priscila Mendes lidera a equipe, que conta com Jobson Soares, Marcos Dantas e Pedro Moura; ela atuou no Australian Open no mês passado.
- O encordoamento é crucial no tênis: a corda é a única parte que contato com a bola, definindo sensibilidade e resposta de jogo conforme a tensão e o tipo de corda.
- A relação entre corda e estilo de jogo envolve elasticidade e tensão: maior tensão traz resistência; menor tensão resulta em maior profundidade da bola.
- A chave principal do Rio Open começa na segunda-feira, dia dezesseis, após a definição do qualifying; o brasileiro Igor Marcondes participa do qualifying.
No Rio Open, o encordoamento de raquetes é tarefa essencial para o desempenho dos tenistas, mesmo entre os amateurs. Em dias de maior movimento, a equipe chega a encodar até 100 raquetes, conforme a demanda de cada atleta. A responsável pela equipe é Priscila Mendes, que já atuou no Australian Open.
Segundo a profissional, o cordame é a parte que mais interfere no jogo, já que entra em contato direto com a bola. Cada jogador utiliza tensões e tipos de corda diferentes, ajustados para reforçar sensibilidade e atender ao estilo de jogo desejado.
Ajustes determinam velocidade, potência e profundidade. Tensões mais elevadas elevam a resistência, enquanto tensões mais baixas favorecem penetração na quadra. A equipe inclui também Jobson Soares, Marcos Dantas e Pedro Moura, todos ligados ao circuito ATP 500.
Chave principal do Rio Open
Depois de consolidar o qualifying, a chave principal do Rio Open tem início na segunda-feira, dia 16. O evento ocorre no Rio de Janeiro e recebe tenistas nacionais e internacionais em busca de pontos e títulos. A organização segue com os preparativos para as demais fases do torneio.
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