- Paula Badosa desistiu do WTA 1000 de Dubai nesta terça-feira, diante de Elina Svitolina, após sofrer com problemas na perna, mesmo com vantagem de 4/1.
- A atleta recebeu ataques nas redes sociais sobre a desistência e respondeu destacando a dificuldade de lidar com lesões crônicas.
- Badosa disse que não está se aposentando e que continuará tentando, mantendo a paixão pelo tênis.
- Ela criticou o desrespeito nas redes e o preconceito relacionado a saúde mental entre torcedores e especialistas.
- A situação ocorreu em meio ao apoio de fãs e à preocupação da WTA em proteger atletas contra assédio online.
Paula Badosa teve de abandonar seu jogo contra Elina Svitolina no WTA 1000 de Dubai nesta terça-feira devido a problemas na perna. A vitória estava pela frente no 4/1, mas a espanhola pediu atendimento médico e desistiu da partida, encerrando a participação no torneio.
A atleta, ex-nº 2 do mundo, enfrenta uma série de lesões ao longo da carreira. Nesta edição, a desistência gerou cobranças nas redes sociais, com mensagens duras dirigidas a ela pela decisão de abandonar o confronto.
Reação nas redes
Na plataforma X, um comentário descaracterizou a desistência de Badosa, apontando falta de respeito com o esporte. A jogadora respondeu destacando a dificuldade de lidar com lesões crônicas e a dor diária.
Ela afirmou que vive com a incerteza de como o corpo reagirá a cada dia e que continua buscando soluções para seguir jogando, mesmo diante do desgaste físico. Também ressaltou que não planeja se aposentar.
Badosa ainda criticou o tom dos ataques, dizendo que abrir as redes para mensagens agressivas é desrespeitoso. A atleta reforçou a necessidade de empatia, principalmente em saúde mental, e pediu compreensão.
Apesar das críticas, a tenista recebeu apoio de fãs, que enviaram mensagens de força. A espanhola agradeceu o suporte e disse que segue determinada a competir, mantendo a paixão pelo tênis.
Contexto e posição da WTA
A WTA destacou a importância de proteger atletas contra assédio online, que vem se tornando preocupação central para o circuito. Casos recentes reforçam a urgência de medidas para reduzir ameaças e ataques.
A entidade lembrou que o foco deve permanecer no desempenho esportivo e no bem-estar das jogadores, sem desvirtuar o jornalismo ou incentivar comportamentos nocivos. A cobertura segue o compromisso com a veracidade.
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