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Cão invade pista e cruza linha da chegada antes de brasileira

Cão invade a pista na qualificação de esqui cross-country, confunde cronometragem e tira Eduarda da final; Brasil fica em 21º nas duplas por equipes

Um cachorro percorre a pista durante a qualificação do sprint livre por equipes feminino nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, no Estádio de Esqui Cross-Country de Tesero, em Lago di Tesero, em 18 de fevereiro de 2026. (Foto: Anne-Christine Poujoulat/AFP)
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  • Um cão-lobo chamado Nazgûl invadiu a pista em Tesero durante a qualificação do sprint livre por equipes feminino nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, cruzando a linha de chegada próximo das atletas brasileiras.
  • O episódio confundiu o sensor de cronometragem, que chegou a registrar 12º tempo para a brasileira; após revisão, Eduarda foi reposicionada em 24º, com o tempo de 3min55s66c, ficando fora da final.
  • O invasor acompanhou e perseguiu as atletas Konstantina Charalampidou (Grécia) e Tena Hadzic (Croácia) antes de ser recolhido pelos organizadores.
  • Na segunda rodada, Bruna Moura marcou 3min41s60, melhor desempenho individual brasileiro na etapa por equipes.
  • O Brasil terminou em 21º lugar entre 26 duplas, com 15 avançando à final, destacando-se como a melhor marca brasileira em provas por equipes no esqui cross-country em Jogos de Inverno.

Um cachorro invadiu a pista durante a qualificação do sprint livre por equipes feminino, nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, em Tesero, Lago di Tesero (Val di Fiemme). O cão cruzou a linha de chegada pouco antes das atletas brasileiras, na manhã de 18 de fevereiro de 2026.

O invasor foi identificado como Nazgûl, um cão-lobo que circula pela região. Mesmo com as barreiras, ele acessou a pista e perseguiu as atletas Konstantina Charalampidou, da Grécia, e Tena Hadzic, da Croácia, antes de sair de cena com a chegada. O animal estava com coleira e foi recolhido rapidamente pelos organizadores.

A interferência afetou a cronometragem: o sensor confundiu o cachorro com a atleta, registrando um tempo inicial de 12º lugar para a brasileira. A organização revisou a passagem e confirmou o erro, reposicionando Eduarda para 24º com 3min55s66 nos 1,5 km, fora da zona de classificação para a final.

Na apresentação seguinte, Bruna Moura representou o Brasil com 3min41s60, melhorando o desempenho individual. No final, o Brasil ficou em 21º lugar entre 26 duplas, com 15 equipes avançando à final. O resultado ficou abaixo de metas, mas marca a melhor performance brasileira em provas por equipes no esqui cross-country em Olimpíadas de Inverno.

A prova ocorreu no Estádio de Esqui Cross-Country de Tesero, na região de Tesero, Lago di Tesero (Val di Fiemme). A disputa continua sem alterações na liderança, com foco nas próximas etapas da competição de sprint e no desempenho brasileiro na modalidade.

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