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Reyes e dois sul-americanos são autorizados a retornar após contaminação

ITIA autoriza retorno de Reyes e dois sul-americanos após contaminação por carne, com conclusão de ausência de culpa e retorno imediato às competições

Mateo Reyes (Foto: João Pires/Fotojump)
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  • A ITIA autorizou o retorno de três tenistas sul-americanos após concluir que os testes positivos para boldenona foram causados por contaminação por carne.
  • Mateo Reyes (brasileiro, 25 anos, 989º no ranking) teve a suspensão provisional após o CHALLENGER de Bogotá, em 14 de maio de 2025, com outros dois atletas, Conner Huertas e Andrés Urrea (peruano e colombiano, respectivamente).
  • As amostras A e B do evento confirmaram a presença de boldenona, substância proibida, sem que houvesse Isenção de Uso Terapêutico.
  • A ITIA recebeu documentos dos atletas — incluindo registros de refeições e origem da carne — e realizou entrevistas e análises técnicas para sustentar a hipótese de contaminação alimentar em nível de testes baixos.
  • A entidade classificou que os jogadores não tiveram culpa nem negligência, emitindo a decisão de “No Fault or Negligence” e liberando-os para competir novamente.

A Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) anunciou que três tenistas sul-americanos foram liberados para voltar às competições após a conclusão de investigação. A decisão ocorreu em 2025, após a análise de casos de contaminação por carne relacionada a testes positivos para boldenona durante um Challenger em Bogotá, em 14 de maio de 2025.

Entre os atletas está o brasileiro Mateo Reyes, de 25 anos, atualmente na posição 989 do ranking. O catarinense Huertas Conner e o colombiano Andrés Urrea também foram contemplados pela mesma decisão. Os testes positivos ocorreram nos frascos A e B colhidos durante o evento mencionado.

A ITIA informou que a boldenona é substância proibida pela lista da WADA e que, apesar do resultado inicial, a investigação indicou contaminação alimentar. Nenhum dos três possuía Isenção de Uso Terapêutico (TUE). A decisão foi classificada como No Fault or Negligence, permitindo retorno imediato.

A entidade divulgou que, após receber documentação detalhada e realizar entrevistas, além de análises técnicas independentes credenciadas pela WADA, concluiu que não houve culpa ou negligência por parte dos atletas. Não houve pedidos de revogação da suspensão provisória por parte dos três jogadores.

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