- Rio Open realizou homenagem a Ivan Kley, ex-top 100, marcando a noite na Quadra Central Guga Kuerten.
- O filho do homenageado, o cantor Vitor Kley, expressou emoção, gratidão e orgulho durante a cerimônia.
- Ivan Kley atingiu 81º lugar no ranking de simples e 56º em duplas pela ATP, representing Brasil em Copa Davis e disputas de Grand Slams.
- Vitor relembrou o sonho de seguir o pai no tênis, detailing infância ligada às quadras e trajetória juvenil até desistir aos 15 ou 16 anos.
- O cantor mencionou ídolos, como Gustavo Kuerten, e comentou a experiência de ir ao Rio Open pela primeira vez como espectador.
Na noite de terça-feira, o Rio Open proporcionou um momento emocionante com a homenagem a Ivan Kley, ex-top 100 e figura marcante do tênis brasileiro dos anos 1980. Vídeos, depoimentos e aplausos marcaram a cerimônia na Quadra Central Guga Kuerten, diante da torcida que carrega o sobrenome Kley.
O evento destacou o legado do ex-jogador, que já teve picos de 81º em simples e 56º em duplas no ranking da ATP, além de representar o Brasil na Copa Davis e disputar Roland Garros, Wimbledon e US Open. A cerimônia emocionou especialmente o filho Vitor Kley, cantor conhecido da cena musical.
O sonho que persiste
Vitor contou a TenisBrasil que a homenagem o fez sentir a presença do pai, como se ele estivesse ali. O cantor agradeceu aos organizadores e aos amigos que mandaram materiais, ressaltando que o legado do pai permanece vivo no coração das pessoas.
A ligação de Vitor com o tênis vem desde a infância, quando escreveu que queria seguir os passos do pai e chegar a Roland Garros. Embora tenha seguido pela música, o sonho de crianças ligadas ao tênis também ficou registrado na memória da família.
Ídolos e encontros
Entre referências, Vitor citou o pai como herói, sem dúvidas, e mencionou Gustavo Kuerten como uma inspiração recente, destacando a experiência de treinar com o ídolo brasileiro, ainda que nervoso no começo.
A participação do cantor no Rio Open marcou sua primeira ida como espectador ao torneio. Ele elogiou a organização, a vibe do ambiente e a forma como as partidas são acompanhadas, ressaltando a presença de famílias e crianças.
Recordações de quadra e torcidas
Vitor relembrou encontros com jogadores do circuito nacional, incluindo Thiago Monteiro, destacando um confronto anterior que terminou em derrota expressiva. Também elogiou João Fonseca e enviou apoio a Igor Marcondes, amigo que teve uma boa campanha no qualifying.
No conjunto, o momento no Rio Open serviu para transformar lembranças em celebração, com o foco no legado de Ivan Kley e no orgulho do filho em manter viva a ligação com o tênis.
Legado em evidência
Ao final, Vitor resumiu a emoção de viver a atmosfera de algo que um dia sonhou ser. A homenagem preserva a memória de Ivan Kley na história do torneio, refletida nos aplausos, nas histórias compartilhadas e na gratidão do público.
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