- Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil – e da América do Sul – em Olimpíadas de Inverno, vencendo o slalom gigante com 2min25s, 58 centésimos à frente do suíço Marco Odermatt.
- O feito ocorreu em Milão-Cortina; Braathen ficou em primeiro lugar na prova disputada no formato de duas descidas.
- Nascido em Oslo, o atleta passou a defender o Brasil em outubro de 2024 após disputar a Copa do Mundo pela Noruega e romper com a confederação local.
- Em entrevista, Braathen destacou que o ouro é de toda a equipe, da família e do Brasil, reforçando que a conquista foi possível com apoio e autonomia para competir.
- O texto também traz dados sobre desconfiança nas urnas eletrônicas: 53% dos brasileiros confiam, 43% têm dúvidas, com maior desconfiança entre evangélicos e eleitores de Jair Bolsonaro.
- A edição também aborda a destituição do presidente interino do Peru, José Jerí, pelo Congresso, em decisão com 75 votos a favor, 24 contra e 3 abstenções, dois meses antes das eleições gerais.
Lucas Pinheiro Braathen venceu o slalom gigante em Milão-Corte di, garantindo a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno e a primeira da América do Sul na história. A prova ocorreu no último fim de semana, com tempo total de 2min25s e vantagem de 0,58s sobre o suíço Marco Odermatt.
Braathen, nascido em Oslo e com passagem pela seleção belga/ norueguesa, defendeu o Brasil desde outubro de 2024. A troca de federação ocorreu por questões contratuais, abrindo caminho para a maior conquista do país no esporte até aqui.
A vitória marca o ápice de trajetória: treinos, superação de adversidades e a escolha de competir pelo Brasil, que se torna a segunda pátria do atleta. A equipe brasileira celebra a inédita conquista em uma edição histórica dos Jogos.
Urnas desacreditadas
Uma pesquisa divulgada pelo Genial/Quaest aponta que 53% dos brasileiros confiam nas urnas eletrônicas, enquanto 43% têm dúvidas sobre a integridade do sistema. O levantamento foi publicado no domingo e aponta maior desconfiança entre evangélicos e eleitores de ex-presidente Bolsonaro.
Violência vicária
Em Itumbiara (GO), o secretário de Governo Thales Machado matou seus dois filhos, de 12 e 8 anos, e cometeu suicídio em seguida. O caso é classificado como violência vicária, na qual o agressor atinge terceiros para punir a parceira. A mulher enfrenta ataques nas redes sociais. A Secretaria de Enfrentamento à Violência contra Mulheres enfatiza que a responsabilidade é do agressor.
Memória/ Enfim, um acerto do ICE
Agentes do ICE prenderam Armando Fernández Larios, ex-agente da Dina chilena, procurado por crimes durante a ditadura. Larios estaria na lista de 42 chilenos detidos, segundo o Departamento de Segurança Interna dos EUA. A defesa internacional envolve acordos anteriores que dificultaram a extradição.
Peru/ Instabilidade permanente
O Congresso do Peru destituiu o presidente interino José Jerí após quatro meses no cargo. A decisão envolve acusações de tráfico de influência após encontro não oficial com empresário chinês. A moção de censura foi aprovada por ampla maioria e abre caminho para as eleições marcadas para 12 de abril.
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