- Mudanças no regulamento de 2026 reduzem o papel do turbo lag, com metade da potência vinda do motor elétrico e fim do MGU-H.
- O regulamento prevê uso da energia do MGU-K apenas a partir de 50 km/h, obrigando a rotação maior do motor a combustão para alcançar a janela de torque.
- Nos treinos no Bahrein, houve preocupação com a lentidão de largada e com a possibilidade de pilotos saírem do pit lane para evitar o atraso.
- Em Melbourne, alguns times mostraram avanços, com a Ferrari avançando na área e Hamilton chamando atenção pela velocidade de parte dos carros com motor italiano.
- Gabriel Bortoleto destacou que ultrapassagens parecem mais difíceis com os carros de 2026, tornando a largada crucial; Andrea Stella mencionou alinhamento com a FIA para melhorar procedimentos e o regulamento.
A Fórmula 1 vive um momento de mudanças regulatórias para 2026, com foco na performance de largada. Nos primeiros testes realizados no Bahrein, a preocupação ganhou contornos práticos: os carros demoram a alcançar a janela ótima de arrancada.
As sessões contaram com diversos pilotos e equipes, incluindo a Ferrari, a McLaren e a Red Bull. Verstappen comentou de forma estratégica que a largada segura depende de escolhas do time, sem entrar em detalhes. O clima entre fãs passou a girar em torno da preparação dos carros.
Os testes aconteceram no Bahrein, antecedendo a primeira corrida da temporada em Melbourne. A mudança estrutural envolve o fim do MGU-H e uma divisão de potência entre motor elétrico e combustão, reduzindo o uso de energia até que o motor atinja 50 km/h.
Regulamento e impacto
Os carros 2026 não recebem a assistência do MGU-H na largada e só podem usar o MGU-K a partir de 50 km/h. Isso tende a exigir mais trabalho da turbina e da faixa de rotações do motor a combustão para chegar à potência ideal.
Nas simulações, o barulho dos motores em alta RPM permaneceu por mais tempo, sugerindo maior duração do processo de partida. A demora pode influenciar a posição de largada e o tempo de reação entre as equipes.
Ainda segundo a imprensa, a Ferrari tem investido na área de largadas e algumas equipes parecem destacar melhor o desempenho inicial. Hamilton elogiou a velocidade de alguns carros italianos, indicando competitividade relevante.
Gabriel Bortoleto acrescentou que as primeiras voltas podem ser decisivas para quem conseguir uma posição de vantagem logo no início. Ultrapassagens mais difíceis com carros 2026 elevam a importância de uma boa largada.
Andrea Stella, chefe da McLaren, afirmou que a FIA e as equipes devem trabalhar para esclarecer o regulamento e melhorar procedimentos. A meta é tornar o esporte mais seguro e atraente, com ajustes gradativos.
A previsão aponta que Melbourne deverá confirmar ou contestar as tendências apresentadas no Bahrein. A largada, em particular, pode revelar surpresas entre equipes que se destacarem no início da temporada.
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