- A mudança de piso do Rio Open, de saibro para quadra dura, deve permitir a expansão do complexo e aumentar a capacidade de público.
- O evento poderia ficar dentro do próprio Jockey Club, mas no hipódromo, com um estádio principal para dez mil espectadores e demais estruturas.
- A mudança interna também pode aliviar a reclamação de sócios sobre a montagem e desmontagem que reduzem salas com ar condicionado.
- O aluguel do torneio ao Jockey, em torno de US$ trezentos mil, é uma parte relevante da arrecadação anual do clube.
- Com piso sintético, seria possível erguer um estádio de porte médio com cerca de cinco mil lugares, potencialmente triplicando o público diário, hoje em torno de oito mil pessoas.
O Rio Open pode passar por uma mudança significativa de piso, acompanhada de expansão do complexo que recebe o torneio. A ideia é substituir o saibro pela quadra dura, transformando o evento em uma plataforma com mais estrutura e público. O plano já vinha sendo discutido e tem potencial para sair do papel nas próximas temporadas.
A proposta prevê manter o local atual, o Jockey Club Brasileiro, como sede do ATP 500 carioca. No entanto, a mudança seria para o hipódromo, que oferece espaço amplo para montar um estádio principal com cerca de 10 mil lugares e outras instalações do torneio.
A decisão também seria movida pela busca de resolver tensões com os sócios. A manutenção do evento no clube envolveria ajustes na estrutura, já que parte das salas com ar condicionado é utilizada apenas durante a montagem. Além disso, o aluguel anual de cerca de US$ 300 mil é apontado como relevante para a arrecadação do Jockey.
Desenvolvimento e impactos do projeto
Caso o piso seja alterado para quadra sintética, o hipódromo poderia abrigar o evento com maior conforto logístico. O Jockey não detém quadras adequadas para esse formato, o que tornaria o centro da raia do hipódromo o local ideal para o estádio principal. O objetivo é ampliar o espaço público do Rio Open, com um estádio de porte médio por volta de 5 mil assentos.
Com a expansão, a segunda quadra, atualmente com capacidade para cerca de 1.500 pessoas, passaria a suportar um público maior. Estima-se que o Rio Open possa triplicar o público diário, aumentando o fluxo de visitantes e a visibilidade do torneio. As etapas de avaliação ainda analisam impactos financeiros e operacionais para o clube e para o circuito.
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