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Garin diz que mudar de piso em torneios sul-americanos seria loucura

Garin afirma que mudar o piso dos torneios sul-americanos seria loucura; identidade do circuito é o saibro, defesa de manter a superfície.

Foto: João Pìres/Fotojump
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  • Cristian Garin afirmou que mudar a superfície dos torneios sul-americanos seria uma loucura, defendendo que o saibro permaneça como identidade da região.
  • O jogador destacou que em Santiago e em Buenos Aires a maior parte das quadras é de saibro, e sugeriu que a mudança seria apenas de data no calendário.
  • Garin está nas oitavas de final do ATP 250 de Santiago no momento da entrevista.
  • Em 2020, Garin ganhou o Rio Open, troféu entregue por Guga Kuerten.
  • Mesmo com a visão de Garin, a organização do Rio Open, representada pelo diretor Lui Carvalho, acredita que a transição para quadra rápida pode ocorrer em breve, em linha com planos ligados ao Masters da Arábia Saudita, em 2028.

Cristian Garin, atual líder da sequência de torneios sul-americanos, afirmou que mudar a superfície de jogo na região seria irresponsável, mesmo defendendo uma mudança de data no calendário. Em entrevista à ESPN do Chile, ele reforçou que o saibro é parte essencial da identidade dos eventos sul-americanos.

Garin, antigo campeão do Rio Open em 2020, destacou que quase todas as quadras em Santiago e Buenos Aires são de saibro, e que o Rio de Janeiro também tem perfil semelhante. Por isso, mudar para quadra rápida seria visto como um retrocesso para o tênis praticado na região.

O tenista ocupa as oitavas de final do ATP 250 de Santiago, quando fez as considerações. Ele sugeriu que qualquer alteração deveria ocorrer apenas na data dos torneios, mantendo a superfície histórica do circuito sul-americano.

Mudança de piso: visão da organização e contexto

A discussão sobre a transição para quadra rápida acompanha planos para o Masters da Arábia Saudita, previsto para 2028. Em paralelo, o diretor do Rio Open indicou que a mudança de piso pode ocorrer em breve, destacando o potencial de atrair grandes nomes para o Brasil.

Segundo o dirigente, a transição para a superfície dura vem sendo trabalhada há anos, com foco em posicionar a América do Sul como mercado promissor. A expectativa é que a mudança aumente o interesse de atletas de alto nível pela região.

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