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Rebeca Andrade mantém sonho olímpico ainda não conquistado

Rebeca Andrade mantém sonho de medalha nas paralelas assimétricas, meta ainda não alcançada, enquanto o solo permanece fora de seu repertório por dores

Rebeca Andrade comemora ouro olímpico em Paris-2024 (Foto: Gabriel BOUYS / AFP)
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  • Rebeca Andrade foi ouro no solo e prata no salto e no geral em Paris-2024, mantendo-se como campeã olímpica.
  • Ela ainda não tem medalha nas paralelas assimétricas nem na trave de equilíbrio, e segue na luta pelo feito inédito.
  • O sonho olímpico da ginasta é uma medalha nas paralelas, seu aparelho preferido.
  • O solo continua fora do repertório por dores e necessidade de preservar a saúde após cinco cirurgias no joelho.
  • Em 2025, fez um ano sabático para recuperação, mas ganhou o Prêmio Laureus de Retorno do Ano, primeira brasileira a conquistá-lo.

Nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, Rebeca Andrade levou o Brasil ao topo com ouro no salto sobre a mesa e prata no individual geral. Quatro anos depois, em Paris 2024, a ginasta ganhou ouro no solo, ampliando seu histórico de medalhas olímpicas.

No conjunto de medalhas de Paris, Rebeca também somou prata no salto e prata no geral. Ainda busca conquistar o único aparelho que falta entre os três melhores: paralelas assimétricas e trave de equilíbrio. Entre eles, as paralelas são o favorito da atleta.

O sonho olímpico nunca foi segredo: medalha nas paralelas, seu aparelho preferido. Rebeca também posiciona o solo como fora de seu repertório atual, justificando com dores crônicas e histórico de cinco cirurgias no joelho para preservar a saúde.

Ano sabático e reconhecimento

Em 2025, a ginasta realizou recuperação, treino leve e viagens, mantendo atuação no Centro de Treinamento do Time Brasil, no Rio de Janeiro. Mesmo sem competir, recebeu reconhecimento mundial ao ganhar o Prêmio Laureus de Retorno do Ano, pela superação e pelas quatro medalhas olímpicas em Paris.

A reaparecimento em eventos e competições futuras segue em planejamento, com foco na preparação física e fisioterapia para lidar com as dores crônicas. A atleta continua sob observação médica e técnica, visando novas opções de competição mantendo o foco na saúde.

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