- Câmara Municipal de Londrina aprovou requerimento para impedir a participação de Tifanny Abreu na semifinal da Copa Brasil de Vôlei Feminino, contra o Flamengo, nesta sexta-feira no Ginásio Moringão.
- A CBV afirma que a jogadora está elegível e está tomando medidas legais para garantir sua participação conforme a política de elegibilidade de atletas trans.
- O Osasco São Cristóvão Saúde também reforça que tem apoio jurídico da CBV para assegurar a presença de Tifanny na partida.
- Em 2025, Tifanny já havia sido barrada do Mundial de Clubes; na ocasião, o Osasco ficou com a medalha de bronze.
- Ainda em fevereiro, a atleta foi excluir do sul-americano de clubes, em que sua equipe terminou vice-campeã.
A Câmara Municipal de Londrina aprovou um requerimento que pode impedir a participação da oposta Tifanny Abreu, do Osasco São Cristóvão Saúde, na semifinal da Copa Brasil de Vôlei Feminino. A partida contra o Flamengo acontece nesta sexta-feira, no Ginásio Moringão, em Londrina.
A CBV afirma que a atleta está sendo alvo de preconceito e garante que existe base legal para a participação. A decisão ocorrera na véspera do confronto, elevando a tensão entre clubes envolvidos e comissão técnica.
Tifanny já havia ficado de fora de competições anteriores por motivos semelhantes. Em 2025, não atuou no Mundial de Clubes, realizado em São Paulo, onde o Osasco ficou com o bronze. No começo de fevereiro, tende a ter desfalque no sul-americano de clubes, que terminou com a equipe na segunda posição.
CBV e Osasco defendem a atleta
A Confederação Brasileira de Voleibol informou que toma todas as medidas legais para assegurar a participação de atletas legalmente registrados na Copa Brasil. A jogadora, segundo a CBV, atende aos critérios da política de elegibilidade de atletas trans.
O Osasco reiterou que está respaldado pela ação jurídica da CBV e que recebe suporte integral para viabilizar a participação de Tifanny no confronto. O clube afirma manter a parceria com a confederação para assegurar o andamento da competição.
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