- A Honda busca soluções emergenciais para o motor usado pela Aston Martin no GP da Austrália, com a participação na corrida definida apenas nos treinos de sexta-feira (6).
- Nos testes de pré-temporada, no Bahrein, o motor apresentou falhas graves por vibrações na combustão, que danificaram a bateria.
- O momento mais crítico ocorreu quando o piloto Fernando Alonso sofreu colisão e ficou parado na pista; no dia seguinte, Lance Stroll completou apenas seis voltas antes de novos problemas aparecerem.
- As mudanças propostas pela Honda dependem de aprovação da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
- Se os ajustes funcionarem, a Aston Martin evita vexame em Melbourne e pode lutar por pontos na abertura do campeonato.
O motor japonês apresentou falhas críticas durante os testes de pré-temporada no Bahrein, comprometendo o cronograma da Aston Martin. Segundo a Honda, as vibrações causadas pela combustão provocaram danos à bateria da unidade de potência, gerando problemas que se arrastaram ao longo da sessão de avaliação.
O momento mais grave ocorreu quando Fernando Alonso ficou parado no meio da pista após um incidente. No dia seguinte, a situação não se resolveu: Lance Stroll assumiu o volante, mas completou apenas seis voltas para coleta básica de dados antes de novos problemas surgirem.
A Honda planeja implementar soluções emergenciais na unidade de potência, o que depende do aval da FIA. Especulações na última semana indicavam que a Aston Martin poderia cumprir apenas o mínimo de voltas exigidas pelo regulamento para alinhar no grid na Austrália, sem condições reais de competir.
Caso os ajustes de última hora funcionem, a equipe busca evitar um vexame na abertura do campeonato e permitir que seus pilotos disputem posições em Melbourne. A decisão sobre a participação na corrida será tomada durante os treinos na sexta-feira, 6.
Entre na conversa da comunidade