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Por que amadores perdem rendimento no jogo e como evitar

No tênis amador, o rendimento despenca com a fadiga; recuperação entre pontos e treinos curtos e intensos são cruciais para manter o nível até o fim

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  • No Rio Open, a resistência física — tanto a fôlego quanto a resistência muscular local — se destaca como determinante, especialmente com calor e umidade.
  • No tênis amador, a queda de rendimento costuma ter raiz física? não técnica?; o esporte é intermitente, com pontos curtos e necessidade de recuperação rápida entre eles.
  • Treinos de circuito, deslocamentos e mudanças de direção, além de trabalho de core e resistência muscular, são mais eficazes do que ficar apenas correndo longas distâncias.
  • O mapeamento genético esportivo ajuda a personalizar o treino, identificando perfil muscular e capacidade de recuperação, para ajustar volume, intensidade e tipo de exercício.
  • Benefícios esperados incluem mais velocidade, melhor recuperação entre pontos e maior consistência; recomenda-se 2 a 3 sessões por semana, com 30 a 45 minutos cada, orientadas por um profissional.

A reportagem acompanha jogos no Rio Open e destaca a resistência física dos tenistas, tanto no fôlego quanto na resistência musculares local. Mesmo com calor e umidade, ocorrências de queda de intensidade aparecem a partir do segundo set entre atletas bem treinados.

O texto reforça que o desempenho no tênis resulta da soma de treino, controle mental, tolerância à fadiga e condicionamento específico para esforços repetidos. Entre amadores, o impacto é ainda mais acentuado, conforme observado nas partidas.

O tênis não é uma corrida contínua. Pontos curtos exigem aceleração, mudanças rápidas de direção, freio e recuperação rápida entre os pontos, destacando a importância de um sistema cardiovascular eficiente e músculos resistentes à fadiga.

O que significa ter bom fôlego no tênis

Ter fôlego no tênis é recuperar-se rapidamente entre pontos para manter o ritmo. Condicionamento adequado permite controlar a respiração, manter velocidade de deslocamento e chegar estável para o golpe, mantendo o nível ao longo da partida.

Quando o condicionamento é limitado, surgem sinais como pernas pesadas, atraso na preparação, perda de precisão e aumento de erros não forçados. Em muitos casos, a queda de rendimento é causada pela fadiga, não pela técnica.

A capacidade que diferencia jogadores

A habilidade-chave é repetir esforços intensos sem perder desempenho. Deslocamentos rápidos, recuperação entre pontos e manutenção do nível entre sets definem quem segura o ritmo até o final.

Isso impacta na velocidade de reação, na consistência dos golpes e na performance em partidas longas. O condicionamento também sustenta a concentração e a confiança sob fadiga.

O papel do treino específico

Treinos curtos e intensos, com pausas rápidas, superam longas corridas para atletas do tênis. A proposta é melhorar a recuperação entre pontos e a capacidade de manter explosões repetidas ao longo da partida.

Exercícios com circuitos, deslocamentos, mudanças de direção e trabalho de core aparecem entre as estratégias recomendadas para amadores, com foco na aplicação direta na quadra.

Importância do condicionamento muscular

A resistência muscular, especialmente em pernas e core, é decisiva para estabilizar o corpo, manter o equilíbrio e sustentar a intensidade dos golpes. Treinos bem dimensionados ajudam a preservar a técnica durante toda a partida.

A programação deve considerar o perfil individual, evitando sobrecarga e favorecendo ganhos reais de desempenho, conforme orientação de profissionais de Educação Física.

Abordagem prática para amadores

Melhorias no condicionamento tendem a resultar em maior velocidade de chegada à bola, melhor recuperação entre pontos e menor queda de rendimento nos sets seguintes. A qualidade do treino é tão importante quanto a frequência.

Sugestões incluem circuitos, exercícios com peso corporal, treino de deslocamento, uso de elastômeros e exercícios unilaterais, todos com foco na transferência para a quadra.

Frequência e objetivos

Para amadores, recomenda-se 2 a 3 sessões por semana, com 30 a 45 minutos cada uma, priorizando qualidade. Em algumas semanas, é possível observar menos fadiga, maior estabilidade nos golpes e melhor recuperação entre pontos.

Bons treinos devem ser orientados por profissionais, assegurando adequação às necessidades individuais e evitando lesões.

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