- A FIA suspendeu o toque de recolher do GP da Austrália, que ocorre entre 6 e 8 de março, para padronizar a preparação das equipes.
- Cerca de mil funcionários tiveram viagens alteradas, com metade indo a Melbourne em voos particulares, por conta da logística.
- A mudança ocorreu em função da escalada dos ataques na região, que impactou conexões aéreas para a Austrália.
- A FIA informou que os períodos de restrição não se aplicam nesta edição do GP, conforme comunicado oficial.
- O teste de pneus marcado para 28 de fevereiro foi cancelado após ataque no Bahrein, que atingiu uma base da Marinha dos EUA, levando ao fechamento de Doha e Dubai e comprometendo as rotas para a Austrália.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) suspendeu o toque de recolher previsto para o GP da Austrália, que ocorre de 6 a 8 de março, para garantir tempo de preparação igualitário entre as equipes. A decisão foi tomada diante de dificuldades logísticas provocadas pela guerra no Oriente Médio.
Cerca de mil funcionários tiveram viagens alteradas, e metade desse contingente seguiu para Melbourne, em voos particulares. A mudança ocorreu porque ataques na região levaram ao fechamento de espaços aéreos, prejudicando conexões com a Austrália via Doha (Catar) e Dubai (Emirados Árabes).
A FIA comunicou a suspensão dos períodos de restrição, declarando que, diante de força maior e interrupções de transporte, não se aplicam os Períodos Restritos 1 e 2 na competição. Periodicamente, o Período Restrito Um começa 42 horas antes do primeiro treino livre; o Dois, 18 horas antes.
Medidas da FIA para o GP da Austrália
Com o agravamento dos ataques, a Fórmula 1 atuou rapidamente para manter a segurança de pilotos e equipes durante a disputa, em Melbourne. A decisão facilita a permanência no paddock sem limite de horário para equipes envolvidas na preparação dos carros.
Contexto internacional que afeta a preparação
O cenário internacional também impactou a agenda de testes: o teste de pneus previsto para a última sexta-feira foi cancelado. Um míssil lançado na região elevou preocupações de segurança perto do Circuito de Sakhir, no Bahrein, a cerca de 30 quilômetros de distância de uma base da Marinha dos EUA. A ação levou ao fechamento dos aeroportos de Doha e Dubai, principais hubs de conexão para a Austrália.
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