- Hamilton afirma existir pressão interna para a volta de um Grande Prêmio da F1 à África e quer que isso aconteça antes de se aposentar.
- O piloto destaca que pode estar ficando sem tempo, já que as datas estão sendo definidas pelos organizadores.
- A última prova de F1 na África ocorreu em 1993, em Kyalami, África do Sul.
- A Fórmula 1 ainda não divulgou um plano concreto para o retorno do continente ao calendário.
- Hamilton diz que a África é “a parte mais bonita do mundo” e que espera que governos africanos retomem o controle da região no espaço esportivo.
Lewis Hamilton mantém o sonho de levar a Fórmula 1 de volta à África, mesmo antes da primeira prova da temporada em Melbourne. O heptacampeão disse haver pressão interna para incluir o continente africano no calendário, destacando que não quer que o esporte permaneça sem um GP por lá.
A última participação da F1 no continente ocorreu em 1993, no circuito de Kyalami, na África do Sul. Desde então, surgiram várias especulações sobre o retorno, incluindo um eventual processo de licitação aberto pela África do Sul em 2025, para reentrar na categoria.
Hamilton afirmou que grandes dificuldades ainda existem, mas que pretende ficar atento aos avanços até que haja um anúncio concreto. O piloto ressaltou a importância de o continente retomar o controle sobre o destino de eventos internacionais, sem detalhar datas ou planos oficiais.
Contexto
O calendário da F1 atualmente contempla 24 provas distribuídas entre as Américas, Europa, Ásia e Oceania. Apesar do interesse de Hamilton, a entidade não divulgou um cronograma definitivo para um GP na África.
O tema é discutido nos bastidores, com a indústria buscando parcerias e condições técnicas para receber uma corrida, incluindo a obtenção de classificação exigida para toda pista. A situação segue em estágio de avaliação, sem confirmação pública.
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