- Bia Souza afirma que não carrega o peso de ser campeã olímpica e quer manter o foco no ciclo até os Jogos de 2028.
- Este ano, a judoca vai competir em torneios nacionais e internacionais para manter o ritmo.
- O Mundial de Judô de 2026, em Viena, é o grande objetivo, buscando a primeira medalha de ouro na competição.
- Na Olimpíada de Paris, Bia derrotou Romane Dicko na semifinal; Dicko era líder mundial e favorita em casa.
- A atleta destaca que a estratégia muda conforme o adversário e que o estudo das oponentes é essencial para cada luta.
Bia Souza, atual campeã olímpica, afirma que não carrega o peso do ouro e mira 2028. Em entrevista, a atleta carioca destacou que a pressão vira combustível para evoluir e manter o topo no próximo ciclo.
Ela pretende transformar cada competição e treino em estudo específico sobre adversárias, sem entrar com a mentalidade de ser a “mulher a ser batida”. O foco é evoluir tecnicamente.
A francesa Romane Dicko, atual líder do ranking, foi citada como uma das grandes rivais. Dicko briga pelo ouro em Paris; Bia ressalta que cada luta exige ajuste de estratégia para cada adversária.
Preparação para 2028
Bia mantém agenda intensa com torneios nacionais e internacionais e prioriza o Mundial de Judô de 2026, em Viena, na Áustria, como referência para o ciclo olímpico.
A promessa é buscar a primeira medalha de ouro no Mundial, após prata em 2022 e bronzes em 2021 e 2023. A atleta reforça que o trabalho é construído passo a passo.
Entre na conversa da comunidade