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Rune e a mãe enfrentam insegurança e incerteza em Doha

Holger Rune e a mãe ficam presos em Doha após ataques no Oriente Médio, enfrentando incerteza e busca por saída segura

Holger Rune (Foto: Reprodução/Instagram)
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  • Holger Rune e sua mãe Anke Rune estavam em Doha para continuar a recuperação e treinar nas instalações do ATP 500 local, durante o andamento do torneio.
  • A viagem ficou marcada pelo conflito no Oriente Médio, que levou à interrupção dos treinos após um grande ataque com bomba.
  • Mesmo com o susto, o casal permaneceu no hotel para dar continuidade à reabilitação, já que não se arriscavam ir ao hospital por causa de destroços de mísseis próximos.
  • A mãe diz que há incerteza sobre a conduta mais segura a seguir, porque há risco de novos ataques e não se sabe quando o aeroporto poderá reabrir.
  • Nos próximos dias, eles pretendem buscar uma saída, com empresas de segurança orientando a permanecer no local enquanto não houver saída segura.

Doha, Qatar – O jogador dinamarquês Holger Rune viajou a Doha para continuar a recuperação e treinar nas instalações do ATP 500 local, mesmo com o torneio em andamento. Poucos dias depois, o conflito no Oriente Médio se intensificou, deixando Rune e a mãe Anke Rune presos na cidade.

Segundo informações da família, o treino foi interrompido após a detonação de um grande atentado com explosões registradas na região. A mãe relatou à imprensa que houve períodos de grande violência e que a equipe não pode retornar ao hospital devido aos destroços de mísseis próximos.

Rune manteve a reabilitação em um hotel, evitando deslocamentos para hospitais por risco de ataques. A mãe descreveu um ambiente de insegurança contínua e indicou que, caso a situação piore, surgem dúvidas sobre sair para países vizinhos ou esperar pela reabertura do aeroporto.

A família busca uma saída nos próximos dias. Uma assessoria de segurança recomendou manter-se no local seguro enquanto não houver condições estáveis de evacuação, mas a incerteza persiste devido aos ataques no Oriente Médio.

Anke afirmou que possui uma possível rota de saída já definida, mas prefere aguardar orientações das equipes de segurança. A situação atual dificulta qualquer planejamento de retorno imediato ao Brasil ou a outros destinos.

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