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Judoca brasileira é demitida após retornar de licença maternidade

Sarah Menezes é desligada da seleção brasileira de judô após licença maternidade; CBJ informa reavaliação e questões financeiras

Campeã olímpica em 2012, Sarah Menezes opera e precisará ficar longe dos treinos. (Reprodução)
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  • Sarah Menezes foi demitida da Seleção Brasileira de Judô após retornar de licença maternidade; o desligamento ocorreu depois de quatro anos no cargo, divulgado na sexta-feira, 6.
  • Ela estava de licença desde maio de 2025, data em que nasceu a filha mais nova, Catarina; a CBJ citou reavaliação e questões financeiras como razões para a demissão.
  • A treinadora havia sido eleita a melhor treinadora mulher de modalidade individual em 2024 pelo Comitê Olímpico Brasileiro.
  • Sarah afirmou que não foi convocada para o Grand Slam de Paris nem para os treinamentos do início do ano, descrevendo a demissão como “curta e grossa”.
  • Com a saída, Andrea Berti permanece como a única treinadora da equipe feminina principal; Sarah ajudou a promover atletas como Larissa Pimenta e Beatriz Souza.

Sarah Menezes, ex-campeã olímpica e treinadora da Seleção Brasileira de Judô, foi demitida quatro anos após assumir o cargo. A notícia chegou após a ex-atleta retornar de licença maternidade, em maio de 2025, período em que nasceu a segunda filha, Catarina. A CBJ comunicou a decisão aos públicos.

A demissão ocorreu de forma abrupta, segundo relatos da treinadora. A CBJ afirmou, em nota, que houve reavaliação e que escolhas, inclusive financeiras, levaram ao desligamento. Sarah disse que recebeu a notícia por telefone, descrevendo o processo como curto e direto.

A ex-treinadora afirmou que não houve convocações para eventos importantes após o retorno, como o Grand Slam de Paris, e que já havia percebido mudanças no planejamento de início de ano. Ela ressaltou que mantém apoio familiar e que a decisão pode ou não guardar relação com a maternidade, sem confirmar vínculos diretos.

Durante a passagem de Sarah pela equipe, nomes como Larissa Pimenta e Beatriz Souza ganharam espaço sob sua orientação. Com a saída, Andrea Berti passa a ser a única treinadora da seleção feminina principal.

Desdobramentos e próximos passos

  • A CBJ informou continuidade da parceria com a treinadora e citou questões financeiras como ponto de reavaliação.
  • A associação não detalhou planos futuros para a comissão técnica, mas confirmou que o trabalho com as atletas continua.
  • Beatriz Souza e Larissa Pimenta permanecem no elenco, com acompanhamento técnico definido pela entidade.

A nota de Sarah após deixar a delegação enfatizou o reconhecimento pelo tempo na seleção e a continuidade de vínculo com a CBJ, sem indicar novas etapas imediatas. A reportagem segue acompanhando os desdobramentos na gestão técnica do judô brasileiro.

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