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Sainz critica nova F1 e alerta sobre segurança: ninguém está satisfeito

Sainz critica mudanças técnicas da F-1 em 2026, diz que largada é perigosa e cobra ajustes de segurança na temporada

Carlos Sainz Jr, piloto da Williams, durante o final de semana do GP da Austrália de F1 — Foto: Hollie Adams/Reuters
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  • Carlos Sainz Jr., da Williams, criticou as mudanças técnicas da F1 em 2026 após terminar em 15º no GP da Austrália, dizendo que a segurança na corrida não foi boa.
  • O espanhol citou a largada como perigosa, com muitos carros com problemas e com a aerodinâmica ativa e o vácuo durante a primeira volta.
  • Sainz afirmou que a “fórmula” adotada este ano e o motor com metade de potência elétrica não agradam a ninguém e precisam ser revisados.
  • A FIA avaliou alterações nas regras de gestão de energia após o GP da China, com o diretor de monopostos dizendo que há cartas na manga e que a situação será revisada após a segunda corrida.
  • O GP da China terá treino livre na sexta-feira, com a sessão de classificação da sprint na madrugada de sexta para sábado e a corrida no domingo, com transmissões previstas pelo sportv3.

Carlos Sainz Jr., piloto da Williams, criticou as mudanças técnicas da Fórmula 1 para a temporada 2026, após a abertura do campeonato na Austrália. O espanhol terminou em 15º no GP da Austrália e afirmou que a corrida apresentou elementos de alto risco, com a aerodinâmica ativa causando dificuldades na largada e nas primeiras voltas.

Sainz disse, em entrevista à imprensa espanhola, que a sensação após a corrida foi negativa e que a segurança dos pilotos precisa ser prioridade. O piloto de 31 anos também criticou a configuração de energia, que associa motor elétrico e combustão com parâmetros diferentes dos utilizados anteriormente, e declarou que a maioria do grid não está satisfeita com o atual formato.

A Williams, que ocupa a 9ª posição no campeonato, não foi a única equipe a manifestar contrariedade. O regulamento 2026 permite maior armazenamento e uso de energia, para ataques ou defesas estratégicas. A mudança tem objetivo de equilibrar as corridas e acelerar a transição para tecnologias mais sustentáveis, mas enfrenta resistência entre pilotos.

A FIA anunciou que avalia ajustes nas regras de gestão de energia após o GP da China, a próxima etapa da temporada. O diretor de monopostos, Nikolas Tombazis, afirmou que ainda há cartas na manga, contudo a revisão ocorrerá após a segunda corrida de 2026, para temas de segurança e formato de prova.

O GP da China terá treino livre na sexta-feira, com transmissão prevista pelo Sportv3. A programação inclui a sessão de classificação da corrida sprint e a largada oficial na madrugada de sexta para sábado, além de cobertura da classificação no sábado e do compacto da prova no domingo à noite, conforme agenda anunciada pela transmissão.

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