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Aston Martin usa estreia como treino em crise, mira semana mais estável na China

Aston Martin usa estreia como treino na Austrália; aposta em corrida mais normal em Xangai, com mais quilometragem e vibração na bateria sob controle

Lance Stroll pilota Aston Martin no GP da Austrália de F1 2026 — Foto: Divulgação
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  • A Aston Martin enfrentou crise na pré-temporada: pouca quilometragem, vibração no motor Honda e peças escassas, usando o GP da Austrália apenas para treinar.
  • A vibração atingiu todo o carro, prejudicando o funcionamento da bateria; Stroll e Alonso chegaram a abandonar a prova, mas depois voltaram à pista para poupar componentes.
  • A equipe avaliou que poderia ter concluído o GP da Austrália se não tivesse preservado as peças, mantendo foco no aprendizado e na confiabilidade.
  • A Honda aponta vibração na parte de combustão como principal causa dos problemas; engenheiro-chefe da Honda Racing, Shintaro Orihara, afirma que vibrações da bateria foram reduzidas.
  • A expectativa é de que o GP da China seja mais “normal”, com mais quilometragem, para construir dados e melhorar desempenho e gerenciamento de energia.

Aston Martin usou a estreia na temporada como treino de preparação e ainda enfrenta problemas de confiabilidade. Com pouca quilometragem na pré-temporada, a equipe circulou no GP da Austrália apenas para coletar dados e se preparar para Xangai.

A equipe teve vibrações em diversas partes do carro, além de escassez de peças de reposição. Mesmo assim, Stroll e Alonso participaram da corrida em Melbourne para entender o comportamento do coche e avançar no desenvolvimento.

Aston Martin chegou à Austrália com a menor quilometragem entre os 11 times, em meio a dificuldades de peças. A unidade motor Honda também complicou o processo de obtenção de dados relevantes frente aos rivais.

O que aconteceu e quem segue envolvido

Durante a prova, Alonso e Stroll foram chamados aos boxes na metade da corrida e voltaram à pista com mais de dez voltas de atraso em relação aos líderes; no fim, não concluíram a disputa para preservar componentes.

Stroll explicou que a equipe apenas “circulou” na pista, sem visar posição. Alonso, que começou bem e caiu, destacou que o dia foi útil para aprendizado ao realizar volta de apresentação, largada e pit stops pela primeira vez em conjunto naquele ciclo.

A Honda, fabricante do motor, identificou a vibração como principal causa dos problemas da Aston Martin após os testes no Bahrein. A falha se espalha pelo carro, afetando a bateria, segundo o briefing técnico.

Perspectivas para a próxima prova

Mesmo com os contratempos, Mike Krack, diretor de pista da Aston Martin, avaliou que a equipe poderia ter encerrado o GP da Austrália se não tivesse preservado peças. A percepção foi de aprendizado significativo, dada a condição de peças limitadas.

Shintaro Orihara, engenheiro-chefe da Honda Racing, disse que a expectativa para a corrida da China é por maior quilometragem e uma atuação mais estável. Vibrações na bateria teriam sido reduzidas, aumentando a confiança para a próxima prova.

Orihara afirmou que a China deve movimentar mais dados para melhorar desempenho e gerenciamento de energia. Embora não haja promessas de grandes avanços, a cooperação entre equipe e motor visa avanços graduais e mais confiabilidade.

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