- O card da Casa Branca do UFC foi definido, com Ronda Rousey criticando a divulgação dos nomes e dizendo que Dana White não ficou satisfeito.
- Ronda retorna ao octógono em maio, na primeira edição da MVP, em duelo contra Gina Carano; Francis Ngannou também está confirmado no card.
- A lutadora afirmou que o UFC enfrenta problemas financeiros, citando que atletas de alto nível saem para buscar pagamento em outros lugares.
- Ela citou a campeã peso-aráo Valentina Shevchenko como exemplo de lutadoras que, segundo ela, não recebem remuneração justa dentro do UFC.
- Ronda afirmou que o UFC, mesmo com faturamento elevado, não paga o suficiente nem ao menos um salário mínimo, mantendo críticas ao modelo de negócios da organização.
O mistério sobre o card do UFC Casa Branca chegou ao fim neste fim de semana, também gerando críticas de Ronda Rousey. A lutadora reserva retorno ao octógono em maio, em uma outra organização, contra Gina Carano.
O card inaugural da Most Valuable Promotions (MVP) foi anunciado para 16 de maio. Além de Rousey x Carano, o evento terá o retorno de Francis Ngannou, marcando nomes de alto impacto fora do UFC.
Card e mudanças
Ronda Rousey afirmou, em coletiva, que o card do UFC na Casa Branca não atendeu às expectativas. A lutadora destacou insatisfação com a divulgação dos nomes e comentou que nem mesmo Dana White ficou satisfeito com o ataque de divulgação feito até então.
Rousey também abordou questões financeiras do UFC. Segundo ela, atletas enfrentam dificuldades, mesmo com a presença de campeãs como Valentina Shevchenko no ranking. A crítica aponta queda de pagamento e busca por renda em outras organizações.
Contexto financeiro e futuro
A interveniência de Rousey ocorreu em meio a discussões sobre a remuneração de lutadores. Ela citou situações de atletas que, segundo afirma, estão vivendo com salários baixos, além de mencionar a recente avaliação de bilheteria da empresa.
O tema financeiro é apresentado como fator de saída de talentos para ligas externas, com impacto na continuidade de atletas de alto nível. A fala da ex-campeã reforça o debate sobre remuneração e sustentabilidade no esporte.
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