- Fernando Alonso abandonou o GP da China na 32ª volta por sensibilidade nas mãos e nos pés causada pelas vibrações do carro da Aston Martin, com motor Honda.
- O bicampeão criticou o novo gerenciamento de energia da Fórmula 1, chamando o campeonato de “mundial das baterias” e citando falhas técnicas que tiraram quatro carros da prova: Gabriel Bortoleto, Alexander Albon, Lando Norris e Oscar Piastri.
- Na etapa chinesa, Lance Stroll também abandonou antes do fim, por suspeita de problema na bateria; Alonso destacou que quatro carros não largaram, prejudicando o espetáculo.
- A Aston Martin informou que continuará trabalhando com a Honda para entender e melhorar o carro, buscando reduzir vibrações e danos aos nervos.
- O próximo grande teste é o GP do Japão, em duas semanas, quando a equipe espera avanços com o diagnóstico das vibrações e o isolamento das baterias.
Fernando Alonso abandonou o GP da China pela 32ª volta, após enfrentar fortes impactos de vibração no carro da Aston Martin com motor Honda. O bicampeão alegou que as sensações nas mãos e nos pés ficaram insustentáveis desde a volta 20, tornando inviável seguir na prova.
O piloto espanhol criticou o ritmo de corrida imposto pelo novo gerenciamento de energia da Fórmula 1, afirmando que as vibrações pioram em altas rotações e dificultam ultrapassagens, recargas e preservação de componentes ao longo da prova.
Mudanças no regulamento e consequências
A Aston Martin enfrenta problemas de vibração que vêm desde os testes de pré-temporada, com riscos conhecidos de danos aos nervos das mãos. Em 2026, o modelo tem apresentado limites de voltas para evitar danos, impactando os planos dos pilotos nos GPs iniciais.
Na China, o desempenho ficou ainda mais difícil, pois quatro carros não largaram ou abandonaram por falhas técnicas: além de Alonso, outros pilotos da Audi, Williams e McLaren não completemam a prova. A equipe informou que seguirá trabalhando com a Honda para entender e melhorar o carro.
Na Austrália, Alonso já havia desistido após 21 voltas, e o companheiro de equipe, Lance Stroll, abandonou após o 43º giro. Em Xangai, Stroll também saiu antes do fim por suspeita de problema na bateria, mantendo a Aston Martin buscando soluções.
Próxima etapa
O calendário prevê intervalo de mais de 10 dias até o GP do Japão, em 27 de março, com primeiros treinos livres marcados para iniciar a preparação. Alonso acredita que o período permitirá avanços na solução das vibrações, especialmente com a colaboração da Honda.
A equipe reiterou que continuará trabalhando com seus parceiros para entender melhor o carro e aprimorá-lo em todas as áreas, mantendo o foco em evoluções técnicas para as próximas corridas.
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