- McLaren não participou do GP da China: Lando Norris e Oscar Piastri não largaram devido a falhas elétricas na unidade de potência Mercedes.
- Primeiro problema ocorreu com Norris antes da volta de reconhecimento; lutaram para fazer o carro funcionar e decidiram não sair da garagem.
- Em seguida, Piastri chegou a alinhar no grid, mas o carro não ligou novamente na linha de frente; falha no mesmo componente elétrico, em natureza diferente.
- Andrea Stella descreveu as falhas como coincidência infeliz e afirmou que a equipe investigará junto à Mercedes High Performance Powertrains (HPP).
- Contexto técnico: a McLaren usa motores Mercedes desde 2021; o regulamento de 2026 aumenta a participação da parte elétrica para 50% da potência, e a equipe segue sem identificar a raiz dos problemas.
A McLaren não conseguiu iniciar o GP da China neste domingo devido a falhas elétricas na unidade de potência Mercedes. Lando Norris e Oscar Piastri ficaram sem largar; Andrea Stella informou que cada carro teve um problema elétrico distinto, mas no mesmo componente da potência.
O problema de Norris foi detectado antes da volta de reconhecimento no grid. A equipe tentou corrigir, mas não houve como colocar o carro em condições de largar, mesmo com ajustes junto à Mercedes HPP.
No caso de Piastri, o carro chegou a ficar no grid, mas não ligou após o alinhamento. A falha foi identificada como semelhante na origem, porém de natureza diferente, dentro do mesmo grupo de componentes elétricos.
Stella explicou que as tentativas envolveram reprogramação e troca de várias partes, mas a peça elétrica não pôde ser substituída a tempo. O impacto impediu a McLaren de competir, marcando a segunda falha consecutiva do time na temporada até então.
O que ficou claro, segundo o chefe da equipe, é que os problemas parecem dependentes do hardware da unidade de potência. A McLaren continua investigando com a HPP para compreender a raiz do defeito, sem previsão de solução imediata.
A parceria com a Mercedes, iniciada em 2021, envolve motores potentes, embora a adaptação à nova geração de unidades elétricas tenha apresentado dificuldades. Stella destacou a necessidade de informações mais detalhadas da fornecedora.
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