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Quebrando Barreiras: as atuais rainhas do Octógono

Campeãs em três categorias, as lutadoras definem legados históricos no UFC, ampliando rivalidades e consolidando o domínio feminino no Octógono

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  • Kayla Harrison, campeã dos pesos-galo, chegou ao topo após dominar Holly Holm na estreia no UFC 300 e vencer Ketlen Vieira no UFC 307, conquistando o cinturão no UFC 316.
  • A rivalidade entre Harrison e Amanda Nunes, ex-campeã de duas divisões, é considerada uma das mais importantes a surgir no UFC, com expectativa de confronto futura.
  • Valentina Shevchenko, campeã dos moscas, soma nove defesas de cinturão e esteve em 13 lutas consecutivas pelo título, mantendo-se no topo mesmo após vencer lutas decisivas contra Manon Fiorot e Zhang Weili.
  • Mackenzie Dern tornou-se campeã peso-palha ao vencer Virna Jandiroba no UFC 321, em Abu Dhabi, destacando a trajetória de uma lutadora que precisou superar derrotas para chegar ao título.

Desde o início, as mulheres moldaram o cenário do UFC, com Ronda Rousey abrindo portas e abrindo espaço para as atuais rainhas do Octógono. Hoje, Kayla Harrison, Valentina Shevchenko e Mackenzie Dern aparecem como referências em suas respectivas categorias.

Harrison estreou no UFC após uma carreira olímpica de judô, venceu Holly Holm e confirmou o cartel vitorioso. Em 2025, a lutadora da American Top Team conquistou o cinturão dos galos e já mira defesas que reforcem sua posição no topo.

A conquista veio após uma atuação dominante em Abu Dhabi, com vitória por finalização sobre Ketlen Vieira antes de enfrentar Julianna Peña em 2024 para consolidar o título. O objetivo, segundo a equipe, é manter o domínio na divisão.

Kayla Harrison

A judoca olímpica, ouro em Londres 2012 e Rio 2016, transitou para o MMA com cartel invicto em parte da carreira até a consolidação do título. A vitória sobre Holm na estreia no UFC 300 marcou o começo da era Harrison no peso-galo.

A atleta, 16-1 no MMA e com seis finalizações, derrotou Holm na estreia e avançou para o combate pelo cinturão, vencendo com finalização no segundo round. Os técnicos ressaltam leitura de luta e controle de solo como diferenciais.

O caminho agora aponta para possíveis duelos com Amanda Nunes, ex-campeã de duas divisões. A rivalidade tem sido discutida há tempos e é apontada como um dos maiores desafios da história da divisão.

Valentina Shevchenko

Shevchenko manteve o título dos moscas por defenses consistentes, registrando nove defesas bem-sucedidas e consolidando-se como uma das maiores lutadoras da última década. Sua trajetória inclui 13 lutas pelo cinturão.

A mexicana naturalizada em Cazaquistão apresenta 15-3-1 no Octógono, com uma carreira marcada por vitórias em disputas de título. A única derrota recente veio para Alexa Grasso, em 2023, em revanche que terminou empatada.

Desde então, Shevchenko reencontrou o caminho do ouro com atuações dominantes, recolocando-se no topo após vencer em setembro de 2024. A expectativa é pela continuidade da temporada e novos desafios de peso.

Mackenzie Dern

Dern ascendia a peso-palha após destaque no jiu-jitsu brasileiro, sendo a única mulher a conquistar ouro na faixa preta em cinco torneios IBJJF. Sua entrada no UFC foi em 2018, marcada por promessas.

A brasileira mostrou evolução constante, com vitórias importantes sobre rivais de alto nível e superar derrotas anteriores. Em 2025, derrotou Virna Jandiroba no UFC 321 para conquistar o título vago da divisão.

A trajetória de Dern ilustra transformação de promessa para realidade, com combates decisivos que solidificaram seu lugar entre as maiores atletas da categoria. A busca pelo reinado segue com desafios relevantes.

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