- A Fórmula 1 reduziu o limite de recarga de energia durante a classificação do GP do Japão, de 9,0 megajoule para 8,0 megajoule neste fim de semana.
- A decisão foi aprovada de forma unânime pela FIA, equipes e fabricantes de unidades de potência.
- O objetivo é manter o equilíbrio entre o uso de energia pelos carros e o desempenho dos pilotos na pista.
- A FIA classifica a mudança como ajuste pontual dentro do processo de otimização das novas regras para 2026.
- Novas discussões sobre o gerenciamento de energia devem ocorrer nas próximas semanas, com possibilidade de outros ajustes ao longo da temporada.
A Fórmula 1 confirmou, na madrugada desta quinta-feira, um ajuste no gerenciamento de energia para a sessão de classificação do GP do Japão. A mudança foi aprovada por unanimidade pela FIA, equipes e fabricantes de unidades de potência.
O limite máximo de recarga de energia durante o qualifying caiu de 9,0 para 8,0 megajoules neste fim de semana. A FIA justificou a medida como forma de manter o equilíbrio entre o uso de energia e o desempenho dos pilotos na pista.
A decisão atende a pedidos de equipes e pilotos, que destacaram a necessidade de preservar a classificação como um desafio centrado na performance. A alteração é tratada como pontual dentro do processo de ajuste das novas regras.
O que mudou
Segundo a FIA, a mudança visa preservar a competitividade entre as equipes sem comprometer a estratégia de cada projeto. O regulamento de 2026 já está sendo implementado, com as primeiras etapas consideradas operacionaismente bem-sucedidas.
A entidade informou que novas discussões sobre o gerenciamento de energia devem ocorrer nas próximas semanas, com possibilidade de outros ajustes ao longo da temporada. Não houve indicação de impactos específicos em corridas subsequentes.
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