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Líder da F1 rebate críticas de rivais: o melhor time precisa estar no topo

Russell rebate críticas ao regulamento da Fórmula 1 e afirma que a Mercedes, líder do Mundial, não busca vantagem; rivalidade permanece após duas etapas

George Russell liderou o Treino Livre 1 da F1 no GP do Japão 2026 (Foto: Philip Fong/AFP)
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  • George Russell, da Mercedes, venceu a etapa de estreia da Fórmula 1 e lidera o Mundial de Pilotos.
  • No GP do Japão, em Suzuka, Russell fez o melhor tempo do Treino Livre 1.
  • Rivais criticam a Mercedes por suposto desrespeito ao novo regulamento referente ao fechamento das asas dianteiras.
  • Russell respondeu dizendo que o time trabalhou duro para chegar à liderança e que o melhor time deve estar no topo.
  • A FIA estabelece que o tempo entre abertura e fechamento da asa dianteira não pode exceder zero vírgula quatro segundos; Russell afirma que não há vantagem nessa questão e que o ajuste não foi intencional.

George Russell, da Mercedes, dominou o início do Grande Prêmio do Japão ao marcar o melhor tempo no Treino Livre 1 em Suzuka. O britânico lidera o Mundial de Pilotos, com o companheiro de equipe, Kimi Antonelli, próximo na classificação. A atuação da Mercedes, que também ficou em primeiro e segundo nas duas primeiras sessões da temporada, tem despertado críticas de rivais.

Segundo equipes adversárias, a Mercedes não estaria obedecendo ao novo regulamento ao não respeitar o tempo de fechamento das asas dianteiras. A faixa de abertura e fechamento da asa dianteira, segundo a FIA, deve ocorrer em no máximo 0,4 segundos, e membros de outras escuderias apontaram supostos descuidos no sistema.

A resposta de Russell chegou de forma direta. O piloto afirmou que o time vem trabalhando muito para manter a liderança na temporada e que o objetivo é estar no topo, mesmo após quatro anos com problemas. Segundo ele, retornar à ponta não deve ser entendido como vantagem injusta por parte dos rivais.

Para Russell, a discussão não implica benefício competitivo. Ele reconheceu que o problema de ajuste da asa dianteira é real, mas não envolve vantagem na disputa, destacando que a asa permanece aberta durante a frenagem e não favorece o desempenho.

Ao longo da temporada, as críticas começaram na etapa de abertura, quando Russell venceu pela Mercedes. As equipes rivais citam imagens do sistema de abertura da asa, alegando falhas no fechamento rápido durante a frenagem. A equação regulatória, contudo, permanece sob análise da FIA e das equipes envolvidas.

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