- Charles Leclerc criticou o regulamento de classificações durante a classificação do Grande Prêmio do Japão, chamando a mudança de “piada” e ficou em quarto, na segunda fila ao lado de Piastri.
- Os regulamentos da Fórmula 1 para 2026 promovem um desenho híbrido com aproximadamente cinquenta por cento de energia elétrica e de combustão.
- O novo formato exige maior harmonia entre o motor a combustão e o uso da energia elétrica, com risco de “super clipping” que pode reduzir a potência nas retas.
- A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) aumentou o limite de recarga de combustível de oito para nove megajoules para manter o equilíbrio entre energia e desempenho.
- A FIA informou que novas discussões sobre o regulamento devem ocorrer nas próximas semanas.
Charles Leclerc manifestou frustração durante a classificação do GP do Japão em resposta aos novos regulamentos da Fórmula 1 para 2026. O monegasco, da Ferrari, criticou o formato de classificação, afirmando publicamente que não concorda com as mudanças. Na sessão, ele ficou a 0,627 segundos do líder e larga na segunda fila ao lado de Oscar Piastri.
A mudança regulatória envolve um amplo pacote de regras para a próxima temporada, com as unidades de potência híbridas passando a ter uma divisão próxima de 50% entre energia elétrica e combustão. O objetivo é alterar o equilíbrio entre uso de energia e desempenho do motor, promovendo uma gestão diferente da eletricidade ao longo da volta.
Segundo o novo desenho, o piloto precisa administrar a bateria com mais cautela, pois a condução agressiva pode ativar o sistema de redução de potência elétrica, conhecido como super clipping, que diminui a entrega de energia nas retas. Esse mecanismo pode cancelar vantagens obtidas nas curvas, alterando o ritmo de corrida.
A FIA informou que, para manter o equilíbrio pretendido, o limite de recarga de energia foi aumentado de 8 para 9 megajoules. A medida teve aprovação unânime entre os fabricantes de unidades de potência presentes na categoria, e novas discussões sobre o regulamento estão previstas para as próximas semanas.
A adoção dessas mudanças tem gerado preocupação entre pilotos e equipes, com debates sobre o impacto na competitividade e na estratégia de prova. A entidade reguladora destacou que as alterações visam manter o equilíbrio entre desempenho e uso de energia ao longo das corridas.
Entre na conversa da comunidade