- Wanderlei Silva desafia Popó para lutar com ele no MMA, dizendo que já lutaram no boxe e ele quer ver se Popó tem coragem de encarar no MMA.
- Popó afirmou ao GE que houve apenas propaganda e, se houver revanche, ele aceita; pediu que Popó lute como homem.
- O encontro entre os dois, em setembro de 2025, terminou com confusão envolvendo familiares e treinadores.
- Segundo a Revista Piauí, cada lutador teria recebido R$ 250 mil para protagonizar os comerciais.
- O episódio no ringue incluiu agressão do técnico André Dida contra Popó e contra-ataque do filho de Popó, Rafael Freitas, com ameaças de processo por tentativa de homicídio.
Wanderlei Silva respondeu a Popó em rede social, desafiando o ex-campeão para uma luta no MMA. O recado foi repetido por meio de suas declarações, em tom direto, questionando a coragem de Popó caso aceite enfrentar o brasileiro no formato de luta diferente do boxe. Em troca, Popó havia sinalizado, em março, que a suposta trégua era apenas propaganda e que aceitava uma revanche, desde que o adversário aceitasse lutar como homem.
O embate entre os dois ficou marcado por tensões após o duelo de setembro de 2025, que terminou com briga generalizada envolvendo familiares e treinadores. A imprensa local apurou que cada lutador recebeu cerca de 250 mil reais pelas participações em comerciais ligados ao duelo. A notícia contrasta com o clima de amizade exibido em público entre eles.
A confusão no ringue deixou sequelas: o técnico André Dida agrediu Popó, e o filho do pugilista, Rafael Freitas, reagiu. Popó relatou à ESPN ter sofrido traumas decorrentes da luta e das consequências do incidente. Em março, Popó afirmou que a suposta trégua não existia de fato e reiterou a disposição para uma revanche caso as condições fossem justas.
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