- Paco Arado, treinador de Hugo Calderano, afirma que a nova geração precisa ganhar experiência internacional e treino contínuo para competir em alto nível.
- Calderano reside na Alemanha desde 2014, defendendo o FC Saarbrücken; Bruna Takahashi vive na França desde 2019, atuando pelo Alliance Nîmes-Montpellier.
- Além de Calderano e Bruna, três atletas da seleção atuam no exterior: Giulia Takahashi, Leonardo Iizuka e Guilherme Teodoro.
- O Brasil precisa ampliar a presença de atletas em torneios de alto nível e reduzir a dependência de talentos geracionais, com camps de treino e formação de treinadores.
- A estratégia é de longo prazo, buscando otimizar recursos e manter treinamentos específicos para desenvolvimento contínuo.
Paco Arado aponta como o Brasil pode formar talentos no tênis de mesa por meio de experiência internacional e trabalho contínuo. O treinador é atual responsável por Hugo Calderano e já guiou a seleção nos ciclos olímpicos de Tóquio e Paris.
A ideia central é que a nova geração precise respirar o ambiente de alto nível fora do país. Calderano vive na Alemanha desde 2014 e atua pelo FC Saarbrücken, enquanto Bruna Takahashi está na França, defendendo o Alliance Nîmes-Montpellier.
Entre os jovens da equipe, três atletas atuam em clubes no exterior: Giulia Takahashi, 20 anos, no SU Schlichtinghein da França; Leonardo Iizuka, 19, no Ochenhausen da Alemanha; e Guilherme Teodoro, que joga pelo Salzburg, na Áustria, onde Calderano também já atuou.
Paco afirma que a experiência internacional ajuda atletas a entender a cultura de alto rendimento e a enfrentar oportunidades de competição com confiança, evitando retração diante de desafios. A permanência no exterior favorece a consolidação de um nível competitivo.
O treinador ressalta que o caminho envolve uma construção de longo prazo, com treinamento constante e uso eficiente de recursos, incluindo camps de treinamento e desenvolvimento de treinadores no Brasil. O objetivo é reduzir a dependência de talentos geracionais.
Além disso, a proposta envolve ajustes estruturais e financeiros para ampliar a presença brasileira no circuito internacional e ampliar a base de atletas de alto nível, fortalecendo o planejamento de base ao longo de vários ciclos.
Entre na conversa da comunidade