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O que falta para João Fonseca dar o próximo passo no tênis, segundo especialistas

Especialistas afirmam que o tempo é o principal aliado de João Fonseca; aos 19 anos, chegou às quartas de Monte Carlo, mas precisa de paciência, treino e experiência

Ex-atacante acompanha partida do brasileiro contra Carlos Alcaraz em Miami. Crédito: Estadão
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  • João Fonseca, 19 anos, segue em crescimento no tênis e teve atuação destacada no Masters 1000 de Monte Carlo, ficando entre os melhores oito e tornando-se o mais jovem a chegar às quartas desde Rafael Nadal em 2005.
  • O brasileiro enfrentou grandes nomes da ATP, como Alexander Zverev, que elogiou o talento de Fonseca e disse que ele está chegando rápido ao topo.
  • especialistas sustentam que o tempo é crucial para a evolução do atleta, com Meligeni destacando a evolução recente do saque e da rede.
  • André Ghem reforça que é preciso tempo para o desenvolvimento completo, destacando a necessidade de mais experiência contra os top 10 e a construção gradual do jogo.
  • Dadá Vieira e Renato Messias apontam que Fonseca avança degrau a degrau, com foco em melhoria física, mental e tática para sustentar o crescimento no circuito.

O brasileiro João Fonseca, de 19 anos, aparece em crescimento constante no circuito profissional. Em seu segundo ano no nível ATP, venceu poucos jogos contra os líderes do ranking em Masters, ganhando experiência e elogios dos adversários.

No Masters 1000 de Monte Carlo, Fonseca chegou às quartas de final e tornou-se o mais jovem a avançar além das oitavas desde Rafael Nadal em 2005. Ao perder para Alexander Zverev, ele ganhou reconhecimento entre astros do circuito.

Zverev elogiou o talento do jovem, destacando que ele ainda pode evoluir, mas já mostra qualidade. O brasileiro integrou um grupo seleto de atletas nacionais que chegaram a fases relevantes no torneio.

Visão de ex-atletas e comentaristas

Fernando Meligeni aponta que é preciso paciência. O ex-nº 25 do mundo diz que Fonseca evolui rapidamente, mas é natural manter o ritmo ao longo do tempo e não reduzir o ritmo de treinos e competições.

André Ghem, comentarista da ESPN, resume a necessidade em tempo. O ex-nº 118 do ranking pondera que o caminho até o top 10 exige vivência no circuito, jogos contra diferentes adversários e amadurecimento técnico e mental.

Dadá Vieira também defende o ritmo gradual. A comentarista lembra que Fonseca vem subindo degrau a degrau, desde o título juvenil até o nível profissional, sem pular etapas, e que a paciência é parte do processo.

Renato Messias, da ESPN Brasil, identifica três frentes a trabalhar: preparo físico para enfrentar adversários mais fortes, amadurecimento mental diante da pressão e melhoria tática em momentos decisivos.

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