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Ex-chefe da F1 revela motivo de Senna nunca ter ido à Ferrari

Jean Todt, ex-chefe da Ferrari, afirma que Ayrton Senna não fechou com a equipe em noventa e quatro por tensões internas e contratos com Berger e Alesi

Ayrton Senna comemora pole position no GP da Austrália na F1 1991 (Foto: Toshifumi KITAMURA / AFP)
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  • As negociações entre Ayrton Senna e a Ferrari não avançaram em dois mil e quatro, quando o brasileiro assinou com a Williams.
  • Jean Todt, ex-chefe da Ferrari, afirmou que a equipe vivia uma disputa interna e tensões entre quem cuidava do chassi e do motor, além de dúvidas sobre os pilotos.
  • Naquele momento, Gerhard Berger e Jean Alesi tinham contrato vigente, dificultando o plano A de contratar Senna.
  • Por isso, Senna acabou indo para a Williams naquela temporada.
  • Em mil novecentos noventa e cinco, a Ferrari contratou Michael Schumacher, abriu caminho para a reconstrução da equipe, que rendeu títulos de construtores em mil novecentos noventa e nove e conquistou o campeonato de pilotos no ano seguinte.

Ayrton Senna quase assinou com a Ferrari em 1994, mas o acordo não avançou. Em entrevista ao podcast High Performance, Jean Todt revelou que havia tensões internas na equipe italiana e que o contrato do tricampeão não saiu do papel devido a fatores estruturais e contratuais.

Na Ferrari, disputas entre quem cuida do chassi e quem comanda o motor geravam desconfianças sobre a viabilidade de Senna naquele momento. A situação ficou ainda mais delicada pela dúvida quanto ao elenco de pilotos.

Na prática, Berger e Alesi já tinham contratos vigentes, o que dificultou o “plano A” com Senna. Assim, o brasileiro optou por assinar com a Williams para a temporada de 1994, encerrando o possível vínculo com a Ferrari.

Reconstrução e novo caminho

O posicionamento de Todt na época foi decisivo para que a Ferrari buscasse outras opções. Em 1995, a equipe fechou com Michael Schumacher, após conversas intensas em Mônaco e alinhamento com Ross Brawn e Rory Byrne.

A partir da chegada de Schumacher, a Ferrari passou por uma reconstrução gradual. Em 1996, houve vitória em três corridas; 1997 e 1998 terminaram com a derrota no título na última etapa.

Em 1999, falhas de freios, atribuídas a erros da equipe, deixaram a escuderia fora da disputa até a Malásia. Ainda assim, o título de construtores veio naquele ano e abriu caminho para a conquista do mundial de pilotos em 2000.

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