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Bruno Schmidt lamenta a morte do tio Oscar, referência em sua carreira

Bruno Schmidt lamenta a morte do tio Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos, em Santana de Parnaíba; legado inspira o vôlei de praia

Bruno Schmidt, do vôlei de praia, posa ao lado do tio, Oscar Schmidt, do basquete
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  • Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos em Santana de Parnaíba, SP; a causa não foi confirmada, e ele lutava contra um câncer no cérebro desde 2011.
  • Bruno Schmidt, campeão olímpico de vôlei de praia e sobrinho de Oscar, agradeceu pela inspiração e chamou o tio de maior ídolo da história do basquete brasileiro.
  • Alison Cerutti, parceiro de Bruno na medalha de ouro olímpica de 2016, deixou apoio nos comentários das redes sociais.
  • Entre os feitos de Oscar, estão ouro no Pan-americano de 1987, bronze no Mundial de 1978 e três títulos sul-americanos (1977, 1983 e 1985); ele é o maior pontuador da seleção brasileira, com 7.693 pontos, e o maior cestinha olímpico, com 1.093 pontos em cinco Jogos.
  • Bruno Schmidt manteve a carreira vitoriosa no vôlei de praia ao lado de Alison e, atualmente, atua com Evandro.

Bruno Schmidt, campeão olímpico de vôlei de praia, lamenta a morte do tio Oscar Schmidt, falecido aos 68 anos nesta sexta-feira, em Santana de Parnaíba (SP). A causa ainda não foi confirmada; ele passou mal pela manhã e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana.

Nas redes sociais, Bruno destacou Oscar como o maior ídolo da história do basquete brasileiro. Alison Cerutti, dupla de Bruno no título olímpico de 2016, também enviou mensagens de apoio nos comentários.

Bruno Schmidt herdou o sobrenome de Oscar e levou o legado para o vôlei de praia, conquistando ouro olímpico, título mundial, circuito mundial, sul-americano e dois World Tour Finals, tudo ao lado de Alison. Hoje, aos 39 anos, ele atua com Evandro.

Trajetória e legado de Oscar Schmidt

Oscar, conhecido como Mão Santa, deixa uma trajetória marcante no basquete. Pelo Brasil, conquistou ouro no Pan-Americano de 1987, bronze no Mundial de 1978 e três títulos sul-americanos (1977, 1983, 1985). É o maior pontuador da seleção, com 7.693 pontos.

Também é o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos marcados em cinco edições. Oscar faleceu aos 68 anos; a família ainda não confirmou mais detalhes sobre o enterro.

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