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De astro da TV a rei das palestras: Oscar atua fora das quadras

Morre aos 68 anos o ex-jogador Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, cuja vida pósquadras incluiu comentarista, palestrante e tentativa de mandato político

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  • Oscar Schmidt morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17), encerrando uma carreira marcada no basquete e na comunicação.
  • Aposentou-se em mil e dois, jogando a última temporada pelo Flamengo em 2003; em 1997 atuou como secretário de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, função que deixou no ano seguinte.
  • Em 1998, filiado ao PPB, disputou o Senado e ficou em segundo, com 36,93% dos votos, perdendo para Eduardo Suplicy; admitiu ter ficado grato a Deus pela derrota.
  • Atuou como comentarista em diversas emissoras: Globo (Pan-americanos de 2007 e Olimpíadas de 2008), Record (ciclo Londres-2012) e Fox Sports (Rio-2016).
  • Também foi palestrante desde 1996, conhecido como o “Maior Palestrante do Brasil”, com mais de mil eventos e 600 empresas atendidas; chegou a atuar como dirigente do Telemar/Rio de Janeiro (2004–2006) e criou, com outros ex-atletas, a Nossa Liga de Basquete (presidindo até 2008).

Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. A notícia abre uma trajetória que vai além das quadras, incluindo atuação como comentarista, palestrante e tentativas de ingresso na política.

A carreira pública de Oscar começou em 1997, quando atuou como secretário de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo na gestão de Celso Pitta. O cargo foi deixado no ano seguinte, abrindo caminho para projetos futuros no esporte.

Em 1998, ele se filiou ao PPB para concorrer ao Senado. Obteve 36,93% dos votos, ficando em segundo lugar e perdendo a vaga para Eduardo Suplicy. Em entrevista recente, o ex-atleta revelou gratidão pela derrota e que chegou a ser convidado em 2022, mas recusou.

Carreira na televisão

Após se aposentar, Oscar seguiu para a televisão como comentarista. Esteve na Globo durante os Jogos Pan-Americanos de 2007 e nas Olimpíadas de Pequim em 2008. Posteriormente, passou pela Record (2009) e pela Fox Sports (Rio-2016), com passagem por eventos olímpicos.

Palestrante

Desde 1996, ainda em atuação pelos clubes, Oscar ganhou espaço como palestrante, muitas vezes levado a clubes, empresas e universidades. Divulgava-se como Maior Palestrante do Brasil e acumulou prêmios e milhares de encontros.

Dirigente

Ao sair das quadras, Oscar tornou-se gestor do Telemar/Rio de Janeiro entre 2004 e 2006, com títulos carioca e brasileiro. Em 2005, cruzou caminhos com Magic Paula e Hortência para promover a Nossa Liga de Basquete, projeto que encerrou em 2008.

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