- O Sesi Franca lamenta a morte de Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, em nota publicada nas redes sociais.
- A família informou que Oscar lutou contra um tumor cerebral por quinze anos; a causa da morte foi parada cardiorrespiratória.
- Oscar era conhecido por rivalidades com Franca desde o fim dos anos setenta e integrou diversos clubes ao longo da carreira, encerrando-a em dois mil e três.
- Em 2023, ele se envolveu em polêmica ao chamar Franca de “lugar de merda” em um podcast; ele pediu desculpas posteriormente.
- Em 2026, Oscar foi introduzido ao Hall da Fama do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), consolidando seu legado no esporte.
O Sesi Franca informou a morte de Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, por meio de nota publicada nas redes sociais. A instituição afirmou que o atleta deixa um legado marcante e uma referência para o esporte.
Schmidt foi um rival histórico do Franca desde o fim dos anos 1970, quando atuava pelo Sírio e conquistou dois estaduais sobre o clube. Nos anos 1990, após retorno do basquete italiano, defendeu Corinthians, Mackenzie, Bandeirantes e Flamengo, encerrando a carreira em 2003.
Polêmica em 2023 e reação local
Em novembro de 2023, o ex-jogador gerou controvérsia ao chamar Franca de lugar de merda em um podcast. O comentário repercutiu na cidade, e o então técnico do Franca, Helinho Garcia, disse estar triste e decepcionado. Posteriormente, Oscar se desculpou, alegando terem sido palavras extrapoladas.
Oscar Schmidt recebeu reconhecimento em 2026 ao ser introduzido ao Hall da Fama do COB, reforçando sua importância para o esporte brasileiro. A notícia também apresenta a trajetória do atleta em clubes nacionais e internacionais ao longo de sua carreira.
Dados sobre a morte e o legado
A família informou a luta de 15 anos contra um tumor cerebral. A causa da morte foi uma parada cardiorrespiratória. O corpo será cremado, com a despedida sendo reservada apenas aos familiares, segundo o comunicado familiar.
O ex-jogador deixa uma memória viva entre torcedores e diversos clubes onde atuou, refletindo a longeva contribuição ao basquete nacional e à história do esporte. O legado permanece na memória de fãs, atletas e jornalistas.
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