- Oscar Schmidt, 68 anos, morreu nesta sexta-feira em São Paulo; estava internado no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba.
- Hortência Marcari, amiga de longa data, o descreveu como patriota, com garra excepcional e valores fortes dentro e fora da quadra.
- A dupla lembra de um torneio na Itália em que competiram juntos e destacam que ele não erra quando a bola passa para ele.
- Ela ressaltou que, além do talento, o legado de Oscar é a disciplina e o treino intenso, que transformaram obsessão em método.
- A dirigente afirmou que a notícia chegou de surpresa e que ídolos parecem eternos, mas não são.
O basquete brasileiro lamenta a morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, ocorrida nesta sexta-feira em São Paulo. O atleta estava internado no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba. A causa não foi divulgada.
Hortência Marcari, amiga de longa data e ex-jogadora, descreve Oscar como um exemplo de garra, patriotismo e valores fortes dentro e fora da quadra. Ela diz que a notícia chegou como uma bomba e ainda não caiu a ficha.
A dupla histórica do basquete atravessou décadas, quadras e países. Em uma lembrança de carreira no exterior, Oscar se destacou pela precisão em lances decisivos, algo que para Hortência comprovava seu talento único.
Mais do que o talento, a amiga destaca o método de treino imposto por Oscar, que transformou obsessão em disciplina. Ela reforça que ele deixará um legado de credibilidade e motivação no esporte.
A morte de Oscar provocou comoção no meio esportivo. Clubes e entidades expressaram luto e ressaltaram o papel dele na promoção do espírito olímpico e da imagem do basquete brasileiro no mundo.
Reações de clubes e instituições
O Corinthians relembra a passagem de Oscar pelo clube como um dos principais nomes do basquete brasileiro. Outras entidades destacam o impacto dele no esporte e a referência que representou para atletas e fãs.
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