- Morreu aos 68 anos nesta sexta-feira em São Paulo o jogador Oscar Schmidt, ícone do basquete mundial.
- O presidente Lula publicou mensagem nas redes sociais elogiando o maior ídolo da história do basquete brasileiro.
- O Ministério do Esporte destacou a carreira de Schmidt, com 49.737 pontos, tornando-o o segundo maior pontuador da história do basquete, atrás de Lebron James.
- Pela seleção brasileira, Schmidt deixou 7.693 pontos, conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, e atuou em cinco Olimpíadas: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996.
- Nascido em Natal, Rio Grande do Norte, Schmidt é lembrado pelo legado no esporte; o Ministério do Esporte manifestou condolências à família e à comunidade esportiva.
O ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira, aos 68 anos, em São Paulo. A causa não foi divulgada. A notícia levou o país a prestar homenagens ao ídolo mundial do basquete.
Poucas horas após a confirmação do falecimento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva homenageou Schmidt em suas redes sociais, destacando o papel do atleta como maior ídolo do basquete brasileiro e sua identificação com a Seleção.
O Ministério do Esporte também emitiu nota oficial, elogiando a carreira do atleta e suas marcas no basquete mundial. A entidade lembrou a longevidade da atuação de Schmidt e o impacto junto às novas gerações.
Legado e principais marcas
Schmidt é o maior cestinha da história do basquete brasileiro e detém 49.737 pontos na carreira, posição que o coloca como o segundo maior pontuador mundial, atrás apenas de Lebron James.
Pelo Brasil, soma 7.693 pontos, conquistou ouro no Pan-Americanos de 1987 em Indianápolis e disputou cinco Olimpíadas: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996.
Nascido em Natal (RN), Schmidt tornou-se símbolo de talento e dedicação, inspirando atletas e fãs do esporte. O Ministério do Esporte reiterou solidariedade aos familiares e à comunidade esportiva.
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