- Ministério do Esporte informou profundo pesar pela morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, ocorrida nesta sexta-feira (17) em Santana de Parnaíba (SP).
- Conhecido como “Mão Santa”, o atleta foi o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.737 pontos, e o maior cestinha olímpico, com 1.093 pontos.
- Pela Seleção Brasileira, deixou 7.693 pontos e levou o ouro no Pan-Americanos de 1987; disputou cinco Jogos Olímpicos: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996.
- No dia 8 de abril, Oscar foi incluído no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB).
- O ministério ressaltou que seu legado permanecerá eterno na história do esporte brasileiro e mundial.
O Ministério do Esporte divulgou nesta sexta-feira 17 um comunicado de profundo pesar pela morte do jogador de basquete Oscar Schmidt, aos 68 anos. Segundo a pasta, ele sofreu um mal-estar e foi levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), onde não resistiu.
Conhecido como Mão Santa, Schmidt foi o segundo maiorpontuador da história do basquete, com 49.737 pontos, e o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
Em 8 de abril, ele foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) com a cerimônia de inclusão no Hall da Fama da entidade.
Trajetória e recordes
Pela Seleção Brasileira, Schmidt é o maior cestinha com 7.693 pontos. Destacam-se a medalha de ouro no Pan de 1987, em Indianápolis, e participações em cinco edições olímpicas: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996.
No momento da homenagem ao Hall da Fama, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, afirmou que Schmidt elevou o basquete brasileiro a projeção mundial e que o legado dele permanecerá vivo no esporte.
O Ministério reiterou solidariedade à família, aos amigos e à comunidade esportiva. A nota reforça que o legado de Schmidt permanece eterno na história do esporte brasileiro e mundial.
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