- A morte de Oscar Schmidt foi confirmada nesta sexta-feira, deixando fãs no Brasil e no mundo entristecidos pela perda de um atleta histórico.
- Jornais italianos destacaram o legado dele no Caserta e Pavia, com Gazzetta Dello Sport ressaltando que ele fez o Caserta se tornar um grande time e La Repubblica mencionando que é o único brasileiro no Hall da Fama.
- Na Espanha, Marca saudou Oscar como símbolo eterno e destacou sua batalha contra o câncer, enquanto AS listou as principais honrarias da carreira, incluindo vitórias e o fato de várias camisas terem sido aposentadas.
- O recorde e a trajetória são ressaltados por outros veículos: maior cestinha olímpico com 1.093 pontos, recorde de 55 pontos em Seul 1988 e 52 pontos no Mundial de 1990, além de passagens por Valladolid entre 1993 e 1995 e atuação na liga ACB.
- Jornais da França e da Argentina destacaram o impacto global e o legado de Oscar, com ênfase em sua carreira excepcional e influência no basquete brasileiro.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 66 anos, segundo confirmação da família. A morte repercutiu globalmente devido à carreira vitoriosa e aos inúmeros recordes do jogador brasileiro.
O legado de Schmidt foi lembrado por veículos europeus que destacam sua passagem por Caserta e Pavia, na Itália, e por Valladolid, na Espanha, além de sua atuação no Brasil. Jornais italianos ressaltaram a importância dele para transformar equipes locais, enquanto na Espanha ele é lembrado pela longa trajetória na liga doméstica.
Na Itália, a Gazzetta Dello Sport registrou a atuação de Schmidt como elemento transformador do Caserta, com recorde histórico de 13.957 pontos em 11 temporadas atuando por Caserta e Pavia. O La Repubblica destacou que ele foi o único brasileiro no Hall da Fama do basquete.
Em Espanha, o Marca mencionou a mensagem de reconhecimento da Confederação Brasileira de Basquete, que destacou o simbolismo de Schmidt dentro e fora das quadras e sua luta contra o câncer. O AS listou recordes olímpicos e mundiais, bem como as camisas aposentadas por quatro clubes.
O L’Equipe, da França, afirmou que o mundo do basquete está de luto diante da carreira excepcional do brasileiro. Na Argentina, o Olé enfatizou o impacto de Schmidt no Brasil e seu papel como ídolo para várias gerações, além de lembrar que ele foi o maior pontuador da história do basquete antes de ser superado por LeBron James.
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