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Oscar foi ídolo até de seus ídolos

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, influenciou estrelas da NBA e consolidou um legado que atravessa gerações do esporte

Noriega em encontro com o ídolo
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  • Oscar Schmidt era ídolo até de seus ídolos, sendo reverenciado por grandes nomes do basquete, como Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird, principalmente durante os Jogos Olímpicos de Barcelona de mil novecentos noventa e dois.
  • Em Barcelona, Bird deixou bilhete convidando Oscar para visitar seu rancho nos Estados Unidos; a imprensa na Espanha lotou a sala durante Brasil x Espanha, com jornalistas americanos saudando o atleta.
  • A carreira de Oscar começou a ganhar destaque em mil novecentos setenta e nove, com a Copa William Jones pelo Esporte Clube Sírio; em mil novecentos oitenta e quatro foi draftado pelo New Jersey Nets, mas escolheu defender o Brasil até que os profissionais da NBA passaram a jogar Olimpíadas, em mil novecentos noventa e dois.
  • Teve controvérsias, tentou a política com uma candidatura ao Senado por São Paulo e atuou como empresário de times, além de ter sido ídolo de Kobe Bryant, por quem era admirado na Itália, onde jogou por Caserta e Pavia.
  • Os feitos de Oscar incluem cinquenta e nove mil setecentos e trinta e sete pontos em mil seiscentos quinze jogos, média de trinta inteiros ponto por partida, e mais de mil pontos em Jogos Olímpicos (1.093), com apogeu de cinquenta e cinco pontos em um jogo de Seul, mil novecentos oitenta e oito.

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, deixou um legado que atravessou fronteiras. O jogador, referência mundial, foi reverenciado por estrelas da NBA durante anos de atuação no esporte.

A trajetória dele ganhou destaque em Barcelona 1992, quando o Brasil formou o Time dos Sonhos com jogadores profissionais da NBA. Na ocasião, lidas com Magic Johnson e Michael Jordan mostraram o respeito pelos brasileiros.

Durante Brasil x Estados Unidos, Larry Bird abraçou Oscar e deixou um bilhete convidando-o a visitar seu rancho nos EUA. Bird era um ídolo que inspirava Oscar desde jovem.

Em outra memória marcante, a sala de imprensa de Badalona ficou lotada. Jornalistas americanos gritavam para Oscar: esse é o meu jogador favorito, em inglês, ao acompanhar o jogo contra a Espanha.

A carreira de Oscar começou a brilhar no triunfo pela Copa William Jones, em 1979, com o Sírio. O segundo tempo da final emocionou o público no Ginásio do Ibirapuera, quando ele chorou em quadra.

Em 1984, o New Jersey Nets o draftou, mas Oscar optou por defender o Brasil para manter a elegibilidade olímpica. Só em 1992 os profissionais da NBA puderam disputar os Jogos Olímpicos.

A carreira trouxe controvérsias, incluindo rivalidades com antigos ídolos e uma tentativa de candidatura ao Senado. Também houve desafios na gestão de times que ficou aquém do talento em quadra.

No Brasil, Oscar brilhou com Palmeiras, Sírio, Corinthians, Flamengo e outros, e atuou ainda na Itália e na Espanha. No exterior, tornou-se referência ao lado de Kobe Bryant, filho de Joe Bryant.

Ao todo, Oscar somou 49.737 pontos em 1.615 jogos, com média de 30,7. Ele tem 1.093 pontos em Jogos Olímpicos, incluindo 55 em Seul 1988 contra a Espanha.

O apelido Mão Santa traduz a eficiência dos arremessos de Oscar, forjados por treino intenso e pela devoção à camisa brasileira. Seu legado permanece marcado na história do esporte nacional e mundial.

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