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Oscar foi santista por Pelé e tornou-se corintiano após título brasileiro

Oscar Schmidt, ídolo do basquete, deixou o Santos para vestir o Corinthians após título brasileiro e foi homenageado na calçada da fama do clube em dois mil e onze, ao falecer nesta sexta-feira

Oscar virou corintiano após título brasileiro
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  • Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, faleceu na sexta-feira, 17, conforme reportado pela imprensa esportiva.
  • No futebol, nasceu no Santos e torceu pelo clube até os 38 anos, influenciado por Pelé, mas mudou de for a vestir a camisa do Corinthians após um título brasileiro.
  • Também teve ligação com o futebol de botão, torcendo pelo Fluminense.
  • No basquete, começou no Palmeiras em 1975, mantendo-se até 1978, e ajudou a equipe a vencer o Brasileirão de 1975 ao derrotar o Flamengo.
  • Entre os momentos mais marcantes, destacou-se no Corinthians (1995–1997), foi cestinha e MVP do Brasileiro de 1996, e em 2011 ganhou apoio na Calçada da Fama do clube; no fim da carreira atuou pelo Flamengo ao dividir quadra com o filho Felipe.

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, faleceu nesta sexta-feira, 17. A notícia confirma o falecimento de um dos maiores nomes do esporte nacional, reconhecido pela trajetória vitoriosa e pela presença marcante fora das quadras. O atleta nasceu e torceu pelo Santos até os 38 anos, motivado pelo ídolo Pelé, mas trocou de time após vestir a camisa do Corinthians e conquistar título brasileiro. Também teve admiração pelo Fluminense no futebol de botão.

No basquete, o primeiro clube foi o Palmeiras, em 1975, permanecendo na equipe alviverde até 1978. O período foi marcado pela conquista do campeonato brasileiro de 1974, ao derrotar o Flamengo, conforme registro histórico. A fase de maior projeção veio com o Corinthians, entre 1995 e 1997, quando foi destaque no título brasileiro de 1996, atuando como ala, cestinha da competição e MVP.

O vínculo com o Corinthians ficou ainda mais profundo após o título nacional, fixando-se como referência do clube. Em 2011, o atleta foi homenageado na calçada da fama do Corinthians, tornando-se o primeiro atleta sem vínculo direto com o futebol a receber a homenagem. Ainda pelo Flamengo, já no fim da carreira, atuou ao lado do filho Felipe, em uma participação marcante na quadra.

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