- Oscar Schmidt morreu aos 68 anos em São Paulo, hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, após sofrer mal-estar.
- A família confirmou o falecimento; ele deixa a esposa Maria Cristina e os filhos Felipe e Stephanie; velório será restrito aos familiares.
- O ex-jogador lutou por quinze anos contra câncer no cérebro, com duas cirurgias e sessões de quimioterapia; tratamento interrompido em dois mil e vinte e dois, quando disse ter vencido a doença.
- Foi atleta da seleção brasileira em cinco Jogos Olímpicos e é o maior pontuador da história do basquete brasileiro, com sete mil seiscentos e noventa e três pontos, além de atuar pelo Palmeiras, Corinthians, Flamengo e Sírio, entre outros.
- Recebeu o Hall da Fama do basquete em dois mil e treze; recusou jogar na NBA para não abrir mão da seleção.
Oscar Schmidt, considerado um dos maiores nomes do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos em São Paulo. O ex-jogador estava internado no hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, após sofrer mal-estar. A confirmação veio por meio de comunicado da família.
A internação ocorreu nesta sexta-feira. Horas depois, a família informou o falecimento. Oscar deixa a esposa Maria Cristina e os filhos Felipe e Stephanie. O velório será restrito à família, conforme desejo da família para um momento de recolhimento.
Legado no basquete
Conhecido como Mão Santa, Oscar disputou cinco Olimpíadas pela seleção brasileira e foi o maior pontuador da história do basquete brasileiro, com 7.693 pontos. Recusou atuar na NBA para não abrir mão da seleção.
Trajetória e vida pessoal
Defendeu clubes como Palmeiras, Corinthians, Flamengo e Sírio, além de passagens por Espanha e Itália. Em 2013, integrou o Hall da Fama do basquete, nos EUA, enquanto mantinha a recusa à NBA. Oscar lutou 15 anos contra um câncer no cérebro, diagnosticado em 2011.
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