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Oscar Schmidt morre após parada cardiorrespiratória

Oscar Schmidt morre aos 68 anos por parada cardiorrespiratória; chegou já sem vida ao hospital em Santana da Parnaíba

Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, nesta sexta-feira (17)
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  • Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira, 17, por parada cardiorrespiratória; chegou ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana já sem vida, em Santana da Parnaíba.
  • O 68 anos deixa a esposa Maria Cristina e os filhos Felipe e Stephanie.
  • Considerado uma das maiores lendas do basquete, ele atuou por 29 anos e disputou cinco Olimpíadas (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996), além de integrar o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquetebol.
  • Detentor de recordes, tornou-se o maior cestinha da história do basquete, com 49.737 pontos, sendo 42.042 por clubes e 7.695 pela seleção brasileira.
  • Na vida, enfrentou um tumor cerebral aos 55 anos, passou por duas cirurgias e tratamento com radioterapia e quimioterapia; em 2022, informou ter recebido alta após considerar vencida a doença.

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira após sofrer uma parada cardiorrespiratória. A prefeitura de Santana da Parnaíba informou que ele chegou ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana já sem vida. O falecimento ocorreu após ter passado mal em casa no município.

A prefeitura também confirmou que Oscar tinha 68 anos e deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie. A notícia sobre o óbito foi divulgada pelas autoridades locais, com a família ainda recebendo suporte da equipe da saúde pública.

Trajetória esportiva

Schmidt é lembrado como um dos maiores jogadores da história do basquete. Aposentado há mais de 20 anos, ele teve uma carreira de 29 anos iniciada aos 14, no juvenil do Palmeiras. Um dos momentos mais marcantes foi a vitória sobre os Estados Unidos em Indianápolis, em 1987, no Pan-Americano.

Conhecido como “Mão Santa”, pelo arremesso preciso, ele é o maior cestinha da história do basquete, com 49.737 pontos. Jogou cinco Olimpíadas (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996) e integrou o Hall da Fama da Fiba.

Legado e desdobramentos

Ao encerrar a carreira, Schmidt atuou como empresário e palestrante. Filho de militar, ele valorizava a família, a religião e o país, segundo seu próprio relato. O atleta enfrentou, aos 55 anos, um tumor no cérebro, com duas cirurgias, radioterapia e quimioterapia, que resultaram na vitória sobre a doença em 11 anos de tratamento.

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