- Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos e havia tentado a política após a aposentadoria.
- Em 1998, concorria ao Senado pelo Partido Popular Brasileiro (PPB), atual progressista, com apoio de Paulo Maluf.
- A aposta não teve sucesso: Suplicy, do Partido dos Trabalhadores, venceu com 43,1% dos votos válidos, frente a 36,9% de Schmidt.
- A eleição concedia apenas uma vaga para o Senado; o ex-senador Eduardo Suplicy foi o eleito.
- Antes da disputa, Schmidt já havia assumido a Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo em 1997, na gestão de Celso Pitta.
Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos na sexta-feira, 17 de março. O atleta foi senador aprovado pelo PPB em 1998, após se aposentar das quadras, procurando chance presidencial, mas perdeu para Eduardo Suplicy (PT). A eleição era para uma vaga no Senado.
Em 1998, Schmidt concorreu ao Senado pelo PPB, atual Progressistas, sob apoio de Paulo Maluf. A votação resultou em 5.752.202 votos (36,9% dos válidos) contra 6.718.463 (43,1%) de Suplicy, segundo dados oficiais da eleição.
A incursão política de Schmidt já tinha início em 1997, quando assumiu a Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, na gestão do prefeito Celso Pitta. Em seguida, voltou ao basquete como treinador e realizou atividades de palestras.
O contexto aponta que o desempenho eleitoral, apesar do favoritismo da fama, não converteu em mandato. O episódio encerrou a participação ativa de Schmidt na política, mantendo, ao longo dos anos, sua imagem ligada ao esporte.
Notas sobre legado e repercussões vieram de entidades esportivas e clubes, que destacaram contribuições dele para o basquete brasileiro. A repercussão pública se concentrou no impacto histórico do atleta nas quadras, nas Olimpíadas e no reconhecimento internacional.
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