- Oscar Schmidt encerrou a carreira aos 45 anos, em 2003, na Arena Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, durante jogo do Campeonato Brasileiro entre Flamengo e Minas, em 14 de maio daquele ano.
- Foi cestinha da partida, com 32 pontos, chegando à marca de mil pontos na competição.
- O ícone do basquete morreu nesta sexta-feira, em São Paulo, aos 68 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Deixa a esposa e dois filhos; um deles, Filipe, também foi jogador e atuou ao lado do pai no Flamengo.
- Natural de Natal, Schmidt começou a carreira em mil novecentos setenta e cinco e atuou por Palmeiras, Sírio, América do Rio de Janeiro, Caserta, Pavia, Fórum Valladolid, Corinthians, Barueri e Flamengo.
- Entre a seleção brasileira, atuou de mil novecentos setenta e sete a mil novecentos noventa e seis; foi draftado pelo New Jersey Nets em mil novecentos oitenta e quatro, mas recusou para seguir servindo à seleção, devido a restrições da época.
Oscar Schmidt encerrou a carreira jogando em Belo Horizonte. O ala da seleção brasileira pendurou as chuteiras aos 45 anos, em 2003, na Arena Minas Tênis Clube.
Na ocasião, Flamengo enfrentou o Minas em jogo do Campeonato Brasileiro, em 14 de maio de 2003. O time anfitrião levou a melhor, mas Oscar foi o cestinha, com 32 pontos, atingindo mil na competição.
O ídolo do basquete brasileiro teve vida profissional longa e marcada por diversidade de clubes. Entre eles, Palmeiras, Sírio, América-RJ, Caserta, Pavia, Forum Valladolid, Corinthians, Barueri e Flamengo.
Oscar nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, e iniciou a carreira em 1975. Pela seleção brasileira atuou de 1977 a 1996, deixando legado de destaque. Também foi draftado pela NBA, em 1984, pelo Nets, mas recusou.
O motivo da recusa foi a incompatibilidade com acertos da seleção nacional, que impediam jogar por equipes estrangeiras até 1989. Assim, o ala optou por permanecer no basquete brasileiro e internacional.
O falecimento ocorreu nesta sexta-feira, em São Paulo, aos 68 anos, após uma parada cardíaca. Deixa a esposa e dois filhos; Filipe também já atuou ao lado do pai no Flamengo.
Ao longo da carreira, Oscar deixou lembranças de um jogador que combinava habilidade e liderança. Sua ausência é sentida no basquete nacional e nas memórias de quem acompanhou sua trajetória.
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