- O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Marco Antonio La Porta, informou a morte de Oscar nesta sexta-feira, 17 de abril, e disse que sua história jamais será esquecida.
- Oscar foi ícone do basquete brasileiro, integrante do Hall da Fama da FIBA e, de forma inédita, do Hall da Fama da NBA, mesmo sem ter atuado na liga.
- Em 2019, ele recebeu do COB o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, pelo aperfeiçoamento dos fundamentos, eficiência técnica e espírito coletivo.
- No início de abril, Oscar ingressou no Hall da Fama do COB; o ato contou com a presença representada por seu filho, Felipe Schmidt.
- Segundo La Porta, Oscar deixou valores que definem o espírito olímpico, como dedicação, superação e respeito ao adversário, inspirando novas gerações.
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Marco Antonio La Porta, confirmou a morte de Oscar nesta sexta-feira, 17. A perda ocorreu no Brasil, conforme comunicado divulgado pelo COB. La Porta afirmou que a história de Oscar não será esquecida.
O dirigente ressaltou que Oscar representou valores do espírito olímpico, como dedicação, superação e respeito ao adversário. Ele destacou que o atleta levou talento, inspiração e a bandeira brasileira a cada competição.
Oscar integrou o Hall da Fama da FIBA e, de modo inédito, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem atuar na liga. Foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
Em 2019, Oscar recebeu do COB o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, pela carreira dedicada ao aperfeiçoamento técnico e ao espírito coletivo. No início de abril, ingressou no Hall da Fama do COB, representado pelo filho Felipe Schmidt.
Homenagem do COB
La Porta relembrou a atuação de Oscar nas quadras e destacou que seu legado permanece vivo, inspirando novas gerações a sonhar alto e competir com honra. O COB afirma que a memória de Oscar será mantida no movimento olímpico brasileiro.
Entre na conversa da comunidade