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Sete frases de Oscar Schmidt: não é Mão Santa, é mão treinada

Ídolo do basquete, Oscar Schmidt morre aos 68 anos, lembrado pela disciplina de treino e pelas frases que marcaram sua dedicação ao esporte

Oscar Schmidt morreu aos 68 anos. Foto: Victor R. Caivano/AP
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  • Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira, dia 17, aos 68 anos.
  • Era conhecido pelo apelido “Mão Santa”, mas enfatizava que seus feitos eram resultado de treino intenso, chamando a mão de “treinada”.
  • Mantinha forte devoção ao basquete e à seleção brasileira, com frases marcantes sobre dedicação e importância da equipe.
  • Em 2011 foi diagnosticado com tumor cerebral, enfrentou duas cirurgias e quimioterapia, e ficou curado após mais de uma década.
  • Em 1998 chegou a cogitar candidatura ao Senado, e reconhecia que o futebol recebe mais espaço na mídia, mas se orgulhava de ser ídolo do esporte no Brasil.

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O atleta ficou famoso pela desenvoltura em entrevistas e por declarações marcantes ao longo da carreira.

Conhecido pelo apelido Mão Santa, ele nunca negou o rótulo, mas reforçou repetidamente que seus feitos foram resultado de treinamento intenso, enfatizando a expressão Mão Treinada. Em diversos momentos, afirmou ter dedicado a vida ao basquete e à seleção.

Schmidt revelou que sua rotina incluía alta carga de treinos, chegando a mais de mil arremessos diários em períodos de preparação, com longas sessões diárias que só terminavam após conseguir uma sequência de acertos. Também destacou que o esporte ocupava parte central de sua vida, mesmo após a aposentadoria.

Trajetória e legado

Ao longo da carreira, Oscar manteve o foco no basquete e na seleção brasileira, destacando a dedicação como eixo de seu sucesso. Em entrevistas, ele reconheceu o peso da continuidade do treino para manter o desempenho.

Saúde e visão sobre o esporte no Brasil

Em 2011, Oscar foi diagnosticado com um tumor cerebral, que enfrentou por mais de uma década com cirurgias e tratamento. Mesmo diante da doença, manteve a identidade de atleta dedicado, segundo relatos de suas aparições na imprensa.

Schmidt também comentou que, apesar de a seleção não sempre ocupar o topo entre os esportes no Brasil, ficava orgulhoso por ser ídolo em um país centrado no futebol, ressaltando a importância do basquete no cenário esportivo nacional.

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