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Despedida de Oscar Schmidt foi discreta e restrita a familiares

Despedida de Oscar Schmidt foi discreta, apenas entre parentes próximos, após o ídolo do basquete falecer aos 68 anos por parada cardiorrespiratória

Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro | Reprodução/Instagram
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  • Oscar Schmidt morreu na sexta-feira, aos 68 anos, após uma parada cardiorrespiratória.
  • A cerimônia de despedida foi discreta, realizada apenas entre parentes próximos, conforme a família.
  • O ex-jogador lutava contra tumor cerebral há mais de 15 anos e faleceu na tarde de sexta, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo; chegou sem vida ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana.
  • O velório ocorreu na sexta-feira, conforme divulgado pela família.
  • Campeão olímpico histórico, Schmidt detinha 1.093 pontos na história dos Jogos e foi o maior pontuador olímpico em três edições (1988, 1992 e 1996).

O jogador Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu na sexta-feira, 18, aos 68 anos. A família informou que a cerimônia de despedida ocorreu de forma discreta, apenas entre parentes próximos, pedindo privacidade neste momento.

Schmidt enfrentava um tumor cerebral há mais de 15 anos e faleceu na tarde de sexta, ao passar mal em sua casa, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. Ele foi levado de ambulância ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, mas chegou sem vida.

O velório aconteceu ainda na sexta-feira. O ex-atleta deixa um legado histórico no esporte e no País, especialmente pelas cinco participações olímpicas entre 1980 e 1996, e pelo título de maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.

Entre recordes olímpicos, destacam-se a maior média de pontos em 1988 e a maior pontuação em uma partida olímpica (55 pontos) contra a Espanha. Em 1995, ele retornou ao basquete brasileiro, atuando por Corinthians, Mackenzie e Flamengo.

Pelo Flamengo, Schmidt somou 49.737 pontos na carreira no basquete brasileiro, tornando-se o maior cestinha de todos os tempos. Ele se aposentou das quadras em 2003 e foi reconhecido no Hall da Fama do basquete pela sua contribuição e desempenho ao longo de décadas.

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