- A matéria relembra que toda a comunidade basqueteira das décadas de 60/70 jogou com Oscar, conhecido como Mão Santa, e convoca a lembrar de outras lendas.
- Há cerca de um ano, Rubens ligou para montar o acervo do basquete de Brasília e enviou foto do time infantil do Clube de Vizinhança nº 1 (1972), campeão brasiliense contra o Minas Tênis Clube.
- Os técnicos eram Pedro (Minas) e Zezão, que iniciou a formação de Oscar; Oscar jogou no Colégio Dom Bosco e, em 1973, o Salesiano foi campeão com a ajuda de Laurindo Miúra.
- O garoto cresceu, foi para São Paulo jogar basquete de alto nível e depois ganhou o mundo, mas manteve laços com Brasília, onde seus pais e muitos amigos ficaram.
- A notícia da morte de Oscar foi mencionada, lembrando o último encontro do narrador com ele no aeroporto de Brasília e afirmando que, mesmo assim, ele jogou com Oscar.
Todos da comunidade basqueteira das décadas de 60/70 lamentam a perda de Oscar, figura marcante do basquete de Brasília. A notícia chegou por meio de relatos de amigos que conviveram com ele nas quadras da cidade.
O relato vem de Natal, que relembra a amizade com Oscar e a participação em treinamentos locais. A história remonta à juventude, quando Oscar já era destaque entre atletas das quadras 108 e 109 Sul. Rubens também contribuiu com memórias sobre encontros antigos.
Entre as recordações, está a temporada de 1972, com o time infantil do Clube de Vizinhança nº 1 sagrando-se campeão Brasiliense diante do Minas Tênis Clube. Técnicos como Seu Pedro e Zezão moldaram o início da formação de Oscar.
Trajetória e vínculos com Brasília
Oscar jogou no Colégio Dom Bosco no campeonato estudantil, disputando com rivais locais como Caseb, Setor Leste, CAN e Marista. Em 1973, o Salesiano foi campeão, com a colaboração de Laurindo Miúra para aperfeiçoar a coordenação motora do jovem atleta.
O maciço envolvimento com Brasília permaneceu mesmo após a carreira internacional de Oscar. Seus pais continuaram na cidade e muitos amigos dos treinos seguiram residindo na capital, mantendo vínculos que atravessaram décadas.
Os relatos apontam que o jogador mantinha forte ligação com a cidade natal e com a memória de quem o conheceu na infância. A comunidade recorda com carinho as partidas e os treinamentos que ajudaram a moldar o basquete local.
Lembranças de convivência
O narrador recorda ainda o último encontro com Oscar no aeroporto de Brasília, momento marcado por um cumprimento firme e pela lembrança de tempos compartilhados. A memória de Oscar fica associada à imagem de um atleta que caminhou por décadas pela capital.
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