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Annie Judis, 82, é a saltadora mais velha em competição, aponta Guinness

Com 82 anos, Annie Judis é a saltadora de corda mais velha em competição, segundo o Guinness, e inspira público a manter a atividade física

Annie Judis, 82, em sua casa em Beverly Hills, na Califórnia
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  • Annie Judis, 82 anos, é a saltadora de corda mais velha em competição segundo o Guinness, e treina quase todas as manhãs em Beverly Hills, recebendo apoio de seus 187 mil seguidores no Instagram.
  • Foi pioneira em Hollywood como modelo e atriz negra, tendo participado de Playboy em 1969, do filme Mean Streets e de séries como Starsky e Hutch.
  • Descobriu o salto de corda aos sessenta e, após vencer o ceticismo do personal trainer Demetri Theodore, conquistou o recorde aos 75 anos, saltando 60 segundos.
  • Atua como showwoman, diretora e divulgadora do esporte, e lançou, em 2024, um livro infantil chamado A Rainha da Corda de Beverly Hills.
  • O salto também ajudou a lidar com o luto pela morte do marido em 2022, e ela diz que a corda “salvou a vida”, mantendo a prática como propósito e fonte de motivação.

Aos 82 anos, Annie Judis é reconhecida pelo Guinness como a saltadora de corda mais velha em competição. Acompanhada por um público diário de 187 mil seguidores, ela transforma a prática em show e inspiração em Beverly Hills, onde grava rotinas matinais em casa.

Annie começou a pular corda na juventude em Houston, mas só retomou o esporte décadas depois como vocação. Com o apoio do personal trainer Demetri Theodore, ela superou ceticismo inicial e passou a buscar recordes, mantendo a prática como atividade principal para manter saúde e vitalidade.

A rotina dela ganhou visibilidade ao longo dos anos, com apresentações que misturam performance e motivação. Hoje, a saltadora também atua como diretora, editora e produtora de seus vídeos, buscando mostrar que o corpo pode superar limites depois dos 80.

Trajetória e recordes

A ideia de tentar um recorde no Guinness surgiu após meses de prática constante. Aos 75 anos, ela saltou 60 segundos em uma competição oficial em San Diego e tornou-se, por décadas, a saltadora mais velha presente no evento. Ao longo do tempo, incorporou elementos teatrais às performances.

Roger Palmenberg, treinador de uma equipe juvenil, destaca a importância de Annie como embaixadora do salto de corda. Ela participa de eventos locais, incentiva jovens atletas e, em 2024, lançou um livro infantil intitulado A Rainha da Corda de Beverly Hills.

Vida pessoal e motivação

A prática da corda ajudou Annie a superar perdas pessoais, especialmente após o diagnóstico de demência do marido, Gary. Ela descreve a corda como ferramenta de cuidado e consolo durante o luto, chegando a levá-la ao hospital para acompanhar o companheiro. A morte dele, em 2022, foi enfrentada com a constância dos saltos.

Nos treinos diários, ela diversifica técnicas e acompanhamentos, com Demetri Theodore presente em cada sessão. Entre as atividades estão exercícios de suspensão, caminhadas com peso e pranchas, todos realizados para manter velocidade e técnica.

Quando não está treinando, Annie busca aproveitar a vida com o namorado e momentos em casa. Em Beverly Hills, ela costuma almoçar em clubes locais e compartilhar experiências com seguidores, sempre enfatizando o propósito de desafiar expectativas sobre envelhecimento e musculatura aos 80 anos.

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